“Sem perdão para a brasileira condenada.” “Fora com ela!”. “Adeus! Paula-mentira tem de deixar a Suíça definitivamente.”
Essas são as manchetes que jornais suíços deram para noticiar que o departamento da imigração estipulou deu até o final deste mês para que Paula Oliveira, 28, deixe o país.
A brasileira se meteu em uma enrascada em fevereiro de 2009 ao se queixar às autoridades suíças de que tinha sido atacada por skinheads, o que, disse na época, forçou o aborto de seus gêmeos.
A polícia descobriu que Paula nunca estivera grávida, que não houve agressão neonazista e que tinha sido ela própria que feriu suas pernas, coxas e barriga com um estilete.
Ela foi condenada em dezembro a pagar multa de 10,8 mil francos suíços, cerca de R$ 18 mil, ficando à disposição da Justiça, que reteve o seu passaporte. Agora ela foi expulsa.
A brasileira poderá recorrer da expulsão, uma possibilidade fora de cogitação porque, de dependesse dela, teria saído da Suíça logo após de a sua farsa ter sido descoberta. Ela temia ser presa.
Além disso, quando disse ter sido atacada, Paula era funcionária de uma empresa multinacional com sede em Zurique. Hoje ela está desempregada e sem o namorado suíço que tinha antes de toda a confusão.
Ao defendê-la na Justiça, o seu advogado falou que a brasileira continuava sustentando a sua versão, mas disse que ela tinha problemas psicológicos. Ao final de maio, ela se internou em uma clínica.
De início, o caso passou desapercebido na Suíça e lá e no Brasil ocorreu quando o Itamaraty criticou a falta de vontade das autoridades suíças em encontrar e punir os agressores. Descoberta a farsa, o Itamaraty se silenciou.
Na época, jornais suíços publicaram que a brasileira tentou dar um golpe da barriga: inventou a história para receber um dinheiro que o governo dá às vítimas de grupos radicais.
NO BRASIL - atualização em 13/3/2010, às 7h
A correspondente da Folha em Recife informa que Paula está no Brasil, em Pernambuco, desde o começo do mês. Cita uma nota de Paulo Oliveira, o pai da brasileira, segundo a qual a moça não tem mais nenhuma pendência jurídica com a Suíça. A nota insiste na tese de que houve o ataque de neonazistas.
Caso Paula Oliveira. |
Essas são as manchetes que jornais suíços deram para noticiar que o departamento da imigração estipulou deu até o final deste mês para que Paula Oliveira, 28, deixe o país.
A brasileira se meteu em uma enrascada em fevereiro de 2009 ao se queixar às autoridades suíças de que tinha sido atacada por skinheads, o que, disse na época, forçou o aborto de seus gêmeos.
A polícia descobriu que Paula nunca estivera grávida, que não houve agressão neonazista e que tinha sido ela própria que feriu suas pernas, coxas e barriga com um estilete.
Ela foi condenada em dezembro a pagar multa de 10,8 mil francos suíços, cerca de R$ 18 mil, ficando à disposição da Justiça, que reteve o seu passaporte. Agora ela foi expulsa.
A brasileira poderá recorrer da expulsão, uma possibilidade fora de cogitação porque, de dependesse dela, teria saído da Suíça logo após de a sua farsa ter sido descoberta. Ela temia ser presa.
Além disso, quando disse ter sido atacada, Paula era funcionária de uma empresa multinacional com sede em Zurique. Hoje ela está desempregada e sem o namorado suíço que tinha antes de toda a confusão.
Ao defendê-la na Justiça, o seu advogado falou que a brasileira continuava sustentando a sua versão, mas disse que ela tinha problemas psicológicos. Ao final de maio, ela se internou em uma clínica.
De início, o caso passou desapercebido na Suíça e lá e no Brasil ocorreu quando o Itamaraty criticou a falta de vontade das autoridades suíças em encontrar e punir os agressores. Descoberta a farsa, o Itamaraty se silenciou.
Na época, jornais suíços publicaram que a brasileira tentou dar um golpe da barriga: inventou a história para receber um dinheiro que o governo dá às vítimas de grupos radicais.
NO BRASIL - atualização em 13/3/2010, às 7h
A correspondente da Folha em Recife informa que Paula está no Brasil, em Pernambuco, desde o começo do mês. Cita uma nota de Paulo Oliveira, o pai da brasileira, segundo a qual a moça não tem mais nenhuma pendência jurídica com a Suíça. A nota insiste na tese de que houve o ataque de neonazistas.
Caso Paula Oliveira. |
Comentários
falaram.A empresa que Paulinha trabalhava era a Maersk, com fortes interesses no terminal de containers no Porto de Suape em Pernambuco.Enquanto a população pernambucana vive a míngua, paulinha, jamias ficou desempregada, inclusive trabalhou na justiça federal com a Juíza Cantarelli(apadrinhada de bob o magalhães) Tudo isto é podre e fétido uma vergonha para o Brasil.Esta gatuna deveria ser processada e presa no Brasil, por expor o país ao vexame.
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