Frederico Lombardi, porta-voz do Vaticano, foi enfático: “Nunca, nunca, nunca. O papa nunca participou da juventude hitlerista.”
Mas o próprio Bento 16 diz que na década de 40 pertenceu ao grupo de jovens de Hitler. É o que está nas memórias publicadas em 1977 pelo então cardeal Joseph Alois Ratzinger.
Está lá escrito: “Como seminarista, fui registrado na Juventude Hitlerista. Assim que saí do seminário, nunca voltei."
Ao que parece, Bento 16, por intermédio de Lombardi, está tentando reescrever a sua biografia.
Nesta terça (12), de acordo com as agências internacionais, Lombardi afirmou que Ratzinger não pertenceu à “corporação de fanáticos voluntários ideológicos do Nazismo”, a Juventude Hitlerista, mas a uma divisão antiaérea.
ATUALIZAÇÃO
Depois do “nunca, nunca, nunca”, Lombardi falou de novo com a imprensa para reconhecer que o papa foi, sim, da Juventude Hitlerista, a que ele tinha dito que se tratava de “fanáticos voluntários” [o grifo é do blog]. Nesse segundo pronunciamento, o porta-voz disse que o enjamento ao grupo de jovens era obrigatório.
>‘A Igreja Católica excomungou todos os comunistas e nunca um único nazista”, diz filósofo. (abril de 2009)
Comentários
Se o fato de uma imagem de Jesus Cristo estar estampada no display de um Iphone talvez seria mais uma forma de se lembrar mais Daquele que está em tudo inclusive numa remessa considerável de CDs comercializados por esses padrecos pop stars que perambulam pelo mundo afora! Acho que deveríamos nos preocupar em primeira mão em jogar de uma vez por todas essa hipocrisia que nos emburrece a cada dia. Acho que a Apple não deveria se preocupar com essa questão pois seja numa tela, num cartaz, outdoor enfim... Porque será que imagem de Cristo num produto comercializado poderia incomodar tanto a Igreja?! Será porque algum padre pedófilo não iria conseguir encarar o rosto de cristo ainda que fosse num cartaz?
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