Ocorreu na terça (14), em Campinas. A porta estava desregulada. Ribeiro pensa em processar a Caixa por danos morais. “Houve constrangimento. Na agência, as pessoas apontavam o dedo para mim e diziam que eu era o homem que ficou de cueca.”
Neste ano, pelo que chegou ao noticiário, Ribeiro é a terceira pessoa que teve de se despir para conseguir passar pela porta de banco. Um motoboy e uma empregada doméstica já tinham passado pelo constrangimento.
> Doralice teve de tirar a blusa para entrar no Banco do Brasil. (março de 2009)
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