MP pede que Amorim reaja à humilhação a brasileiros

Do Consultor Jurídico:

“A subprocuradora-geral da República e procuradora federal dos Direitos do Cidadão do  MP (Ministério Público Federal) , Gilda Carvalho (foto), quer que o Ministério das Relações Exteriores proteste contra o "tratamento humilhante e discriminatório de que foram vítimas cidadãos brasileiros" na Espanha. Ela fez essa sugestão ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em um ofício.

Gilda_Carvalho Gilda (foto) refere-se aos 20 brasileiros que foram deportados assim que chegaram ao aeroporto de Madri, na Espanha — sem saberem o motivo, a outros dez brasileiros que ficaram presos em uma sala, também do aeroporto de Madri, e ao caso do promotor de Justiça de Natal, Paulo Pimentel, que sofreu abuso de poder por parte das autoridades aduaneiras portuguesas.

O promotor reclamou se queixou a autoridades brasileiras sobre o tratamento que recebeu no aeroporto de Lisboa, em Portugal, a caminho da Espanha. Pimentel contou que autoridades aduaneiras pegavam os pertences das pessoas e jogavam em caixas de lixo.

Em ofício a Celso Amorim, Gilda cita a Declaração e o Plano de Ação, da "Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Formas Conexas de Intolerância" de Durban, África do Sul".

O plano pede aos países que "assegurem que a polícia e as autoridades de imigração tratem os migrantes de maneira dignificante". (Rodrigo Tavares)

> Brasuca manda recado aos portugueses xenófobos. (agosto de 2008)

Comentários

  1. Valmir Barata Ribeiro Jr.1 de março de 2009 10:41

    Paulinha Oliveira teve mobilização total, porque é filha de paulo Oliveira, assessor do dep.Roberto Magalhães e empregada da Maersk empresa com fortes interesses no porto de SUAPE em Pernambuco.
    Em São Paulo, 200 policiais foram mobilizados e prenderam os assassinos de outro policial.
    Esta procuradora só está se manifestando porque existe um promotor envolvido, lembrando que o Ministério público no Brasil, recebeu autorização para matar.
    E o cidadão comum que todos os dias é morto nas grandes cidades e o Jean Charles de Menezes assassinado em Londres.
    Na justiça do Brasil, quem não é corrupto e nepótico, é conivente já que sabe das sujeiras dos colegas e nada fazem.

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