No dia 6 de julho do ano passado, na Tijuca, zona norte do Rio, os dois PMs metralharam o carro de Alessandra Soares, onde estavam seus dois filhos, João, então com 3 anos, e um bebê de 9 meses.
Os soldados falaram que Alessandra estava no meio de uma troca de tiros com suspeitos que perseguiam, mas, conforme provou um vídeo, os dois acharam que o carro da moça fosse dos fugitivos, e mandaram bala – foram 17 disparos.
O advogado vai recorrer à Justiça para anular a expulsão. Ele disse que o comando da corporação foi influenciado pelo governador Sérgio Cabral, que criticou a absolvição. “Foi um abuso de autoridade”, disse Willian de Paula.
Em nota, o comando disse que houve o desligamento porque os dois não mais têm condições para serem policiais.
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