O corpo de Nilson F. de Souza, 32, o brasileiro morto pela polícia portuguesa em Lisboa quando tentava assaltar na quarta (6) um banco, deverá ser enterrado (se já não foi) em Portugal porque a família dele não tem dinheiro suficiente para o pagamento do translado para o Brasil.
“O que mais dói agora é ter de despedir [do Nilson] sem poder olhar como ele realmente está”, escreve para este blog a irmã dele, que assina como C.F.Souza. “Está sendo muito doloroso para meu pai e minha mãe o sepultamento do meu irmão em Portugal.”
A irmã diz que o “Nilsinho” nasceu em Montes Claros (Minas) e era evangélico – foi batizado na Igreja Assembléia de Deus. Antes de ir ilegalmente para Portugal, ele trabalhava como motorista de ônibus em Cuiabá (Mato Grosso). “Ele foi um menino alegre e um rapaz tranqüilo.”
Quando Souza decidiu ir para Portugal, os parentes que sabiam da viagem foram contra, diz ela, mas não conseguiram detê-lo. Em Portugal, já havia um irmão; e Nilson logo arrumou um emprego de motorista.
A irmã conta que não tinha contato com Nilson e que seus pais acreditavam que ele estava trabalhando em Mato Grosso.
C.F. agradece àqueles que têm sido solidários neste momento difícil, mas lamenta o fato de a imprensa portuguesa estar desconsiderando a dor da família.
Por que Nilson resolveu assaltar o banco? A irmã não sabe.
Ela afirma que, sobre isso, “só o seu companheiro de desvio mental” [Wellington Rodrigues Nazaré] poderá falar.
Narazé, rapaz de 23 anos que nasceu em Coronel Fabriciano, também em Minas, levou um tiro na cabeça e outro no rosto, mas sobreviveu. Internado em um hospital de Lisboa, não corre risco de morte.
Quando as primeiras notícias sobre o assalto ao banco chegaram ao Brasil e já havia a informação que um dos assaltantes tinha nascido em Montes Claros, os pais de Nilson temeram que pudessem ser o seu irmão, o G.
Durante o assalto, Nilson de Souza e Nazaré tomaram seis pessoas como reféns, que foram mantidos sob a mira de arma. Tudo foi mostrado ao vivo pela tv portuguesa.
A agência bancária ficou cercada mais de oito horas pela polícia, negociando a libertação dos reféns. De acordo com a polícia, Nilson foi intransigente nas negociações.
A ordem da polícia para que os dois fossem alvejados por atiradores de elite deu-se no momento em que Sousa e Nazaré iam tentar sair da agência bancária com os reféns, para pegar um carro no estacionamento. O carro tinha sido comprado há cerca de um mês.
A sucursal no Brasil da agência de notícias Lusa informa que Souza e Nazaré não têm antecedentes criminais.
> Brasuca manda recado aos portugueses xenófobos.
> Notícias de Portugal.
“O que mais dói agora é ter de despedir [do Nilson] sem poder olhar como ele realmente está”, escreve para este blog a irmã dele, que assina como C.F.Souza. “Está sendo muito doloroso para meu pai e minha mãe o sepultamento do meu irmão em Portugal.”
A irmã diz que o “Nilsinho” nasceu em Montes Claros (Minas) e era evangélico – foi batizado na Igreja Assembléia de Deus. Antes de ir ilegalmente para Portugal, ele trabalhava como motorista de ônibus em Cuiabá (Mato Grosso). “Ele foi um menino alegre e um rapaz tranqüilo.”
Quando Souza decidiu ir para Portugal, os parentes que sabiam da viagem foram contra, diz ela, mas não conseguiram detê-lo. Em Portugal, já havia um irmão; e Nilson logo arrumou um emprego de motorista.
A irmã conta que não tinha contato com Nilson e que seus pais acreditavam que ele estava trabalhando em Mato Grosso.
C.F. agradece àqueles que têm sido solidários neste momento difícil, mas lamenta o fato de a imprensa portuguesa estar desconsiderando a dor da família.
Por que Nilson resolveu assaltar o banco? A irmã não sabe.
Ela afirma que, sobre isso, “só o seu companheiro de desvio mental” [Wellington Rodrigues Nazaré] poderá falar.
Narazé, rapaz de 23 anos que nasceu em Coronel Fabriciano, também em Minas, levou um tiro na cabeça e outro no rosto, mas sobreviveu. Internado em um hospital de Lisboa, não corre risco de morte.
Quando as primeiras notícias sobre o assalto ao banco chegaram ao Brasil e já havia a informação que um dos assaltantes tinha nascido em Montes Claros, os pais de Nilson temeram que pudessem ser o seu irmão, o G.
Durante o assalto, Nilson de Souza e Nazaré tomaram seis pessoas como reféns, que foram mantidos sob a mira de arma. Tudo foi mostrado ao vivo pela tv portuguesa.
A agência bancária ficou cercada mais de oito horas pela polícia, negociando a libertação dos reféns. De acordo com a polícia, Nilson foi intransigente nas negociações.
A ordem da polícia para que os dois fossem alvejados por atiradores de elite deu-se no momento em que Sousa e Nazaré iam tentar sair da agência bancária com os reféns, para pegar um carro no estacionamento. O carro tinha sido comprado há cerca de um mês.
A sucursal no Brasil da agência de notícias Lusa informa que Souza e Nazaré não têm antecedentes criminais.
> Brasuca manda recado aos portugueses xenófobos.
> Notícias de Portugal.
Comentários
brasileiros de verdade nao fazem
essa palhaçada
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