Da Folha On-line:
Comento: que coisa feia, Neschling.
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A disputa judicial entre John Neschling e o escritor e crítico Marcus Góes terminou de forma desfavorável ao maestro, informa a coluna de Mônica Bergamo nesta quinta-feira. Os advogados de Neschling anunciaram que ele deve recorrer da decisão.
O motivo da disputa eram as críticas contra Neschling que Góes postou num site na internet. O juiz José Roberto Portugal Compasso decidiu que o maestro deve agora pagar os honorários advocatícios da causa, estipulados em R$ 2.000.
"Chamar alguém de feio, chato, caipira, pode ser considerado ato ilícito e, por conseguinte, sujeitar o agressor a uma compensação pecuniária a favor da vítima?", pergunta o juiz.
De acordo com a tese do juiz Compasso, as provocações foram "pueris, sem maior potencial ofensivo". Chamar alguém de feio não é um "ato ilícito capaz de causar dano moral", afirma o juiz.
"Nada mais infantil do que chamar o outro de chato, feio, implicar com o nome, ou coisas do gênero."
"Ao dizer, por exemplo, que o autor é feio, é nítido que o réu está apenas expressando sua opinião", acrescenta o juiz. "Esta atitude simples, por sua própria natureza, não fornece elementos para que outra pessoa se convença da suposta feiúra do destinatário das declarações."
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