Da Mônica Bergamo, na Folha de hoje:
No auge da crise do mensalão, quando ainda era ministro do Supremo Tribunal Federal, o novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, teve em mãos processo explosivo: o da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Paulo Okamoto, o amigão de Lula que pagou dívidas do presidente com dinheiro vivo. A CPI dos Bingos já havia obtido os dados de Okamoto. Por meio de liminar, Jobim determinou que os documentos fossem lacrados. A decisão foi mantida pelo Supremo.
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