Morto hoje, aos 79 anos, Antônio Carlos Magalhães (ACM) foi um expressivo representante do que a política brasileira tem de pior. O auge de sua carreira deu-se durante a ditadura militar, quando deu respaldo político ao regime fardado, e beneficou-se com isso. Nas últimas campanhas eleitorais, ele defendeu a volta da intervenção das Forças Armadas em assuntos de política, conforme mostra o vídeo acima, um dos mais acessados hoje no YouTube. Da tribuna do Senado, ele disse, entre outras coisas, que havia ladrão na família do Lula. Posteriormente, e por um bom período, deu apóio ao presidente reeleito. Este foi o ACM. Sempre no poder.
Morto hoje, aos 79 anos, Antônio Carlos Magalhães (ACM) foi um expressivo representante do que a política brasileira tem de pior. O auge de sua carreira deu-se durante a ditadura militar, quando deu respaldo político ao regime fardado, e beneficou-se com isso. Nas últimas campanhas eleitorais, ele defendeu a volta da intervenção das Forças Armadas em assuntos de política, conforme mostra o vídeo acima, um dos mais acessados hoje no YouTube. Da tribuna do Senado, ele disse, entre outras coisas, que havia ladrão na família do Lula. Posteriormente, e por um bom período, deu apóio ao presidente reeleito. Este foi o ACM. Sempre no poder.
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Pelos militares, foi nomeado prefeito de Salvador e duas vezes governador, em 1970 e 1978. Foi nomeado presidente da Eletrobrás, no segundo ano do governo do presidente Ernesto Geisel. Foi ministro das Comunicações, nomeado por Tancredo Neves. Após sua morte, José Sarney o manteve no cargo.
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