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Lula faz comparação de mensaleiros com arcebispos difamados


Lula é tão cara-de-pau, tanto quanto o Pinóquio, que ontem, em entrevista à Rede Católica de Rádio, comparou as acusações do caso mensalão à difamação da qual os arcebispos d. Paulo Evaristo Arns e d. Helder Câmara (1909-1999) foram vítimas durante a ditadura militar.

Com a maior tranqüilidade, o presidente colocou no mesmo patamar a cobertura da imprensa sobre o caso mensalão e os boatos que saiam dos porões da ditadura de que os arcebispos eram gays, entre outras coisas.

Quer dizer que Delúbio Soares não foi o administrador de uma robusta caixa dois do PT? Foi invenção da imprensa? Ora, o próprio Delúbio admitiu que cuidava de uma grana "não-contabilizada", no dizer dele.

Também foi invenção que Marcos Valério abasteceu os cofres do PT com dinheiro supostamente tomado de bancos? Bancos, aliás, que até hoje não receberam o pagamento do “empréstimo” e nem estão preocupados com isso.

No auge da crise do mensalão, Lula disse na tv que tinha sido traído por alguns companheiros (mas não revelou nomes).

Ora, como pôde haver calúnia se o próprio presidente admitiu a existência de traidores?

Para Lula, houve calúnia no mensalão. (só para assinante do Estadão)

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