
Afinal, o espasmo autoritário de Roberto Carlos que se julgou dono da verdade ao censurar a biografia “Roberto Carlos em Detalhes” começa a mostrar um lado positivo: o sindicato que representam as editoras, o Snel, vai contratar dois advogados especializados em direitos de imagem para que façam uma proposta de modificação da legislação, de modo a deter a crescente onda de proibição de livros.
Depois de ser discutida pela categoria e por escritores, a proposta será encaminhada ao Congresso Nacional. Mas é aí que o esforço poderá se perder, considerando a morosidade das atividades legislativas.
O assunto está posto em discussão, o que, por si só, fará com que a partir de agora qualquer “roberto carlos” pense duas vezes antes de investir contra a liberdade de expressão.
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