Na Istoé desta semana, o ex-frade Leonardo Boff, um dos líderes da Teologia da Libertação, lamenta que o papa Bento 16 esteja levando a Igreja Católica “para dentro de si mesma, sem a dimensão do diálogo que ela tinha com Paulo 6 e João 23, sem conversar com as ideologias, com as culturas modernas, sem procurar uma verdade mais plena, que seja boa para toda a humanidade”.
Ele disse que a igreja “voltou a ser portadora da verdade única, fora da qual não há saída. É uma tese medieval, que vê as outras religiões como ovelhas desgarradas que devem voltar ao seio do Vaticano.”
E acrescenta:
Boff sempre foi contundente em suas críticas aos rumos da Igreja Católica. Tanto que, quando ainda era frei, o Vaticano lhe impôs 11 meses de voto de silêncio. Imposição que lhe foi comunicada pelo cardeal Joseph Alois Ratzinger, que depois viria a ser o papa Bento 16.
Íntegra do resto da Istoé.
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Ele disse que a igreja “voltou a ser portadora da verdade única, fora da qual não há saída. É uma tese medieval, que vê as outras religiões como ovelhas desgarradas que devem voltar ao seio do Vaticano.”
E acrescenta:
O cristianismo precisa ser bom para a humanidade no presente, não só na vida eterna. Jesus não morreu como um velho rabino na cama, de velhice, mas na cruz, brigando com as forças políticas da época.
Boff sempre foi contundente em suas críticas aos rumos da Igreja Católica. Tanto que, quando ainda era frei, o Vaticano lhe impôs 11 meses de voto de silêncio. Imposição que lhe foi comunicada pelo cardeal Joseph Alois Ratzinger, que depois viria a ser o papa Bento 16.
Íntegra do resto da Istoé.
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