Enquanto no Brasil o senador tucano Eduardo Azeredo (MG) tenta obrigar os provedores a terem uma ficha completa dos internautas e de sua navegação, para ser mantida arquivada por três anos à disposição das autoridades, na Alemanha a Justiça determinou que o provedor T-Online, um dos maiores do país, apague os registros de acessos de seus clientes, caso eles querem. A Justiça, lá, entende que o internauta tem o direito de zelar pela sua privacidade.
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