Eleição virou caso de polícia,
afirma Alckmin em Minas
Alckmin respondeu: "O PT é o Lula. Não são pessoas que estão lá longe [os envolvidos com a compra do dossiê]. Não são fatos isolados. São fatos em seqüência. A festa da democracia, que é a eleição, virou problema policial, e mal-resolvido".
Depois, o tucano continuou ligando Lula à crise do dossiê. "Até agora não se disse de onde veio o dinheiro. Até agora não se disse como o dólar entrou no país. Até agora não se disse a quem isso ia beneficiar. Até agora não se disse quem é o mentor de tudo isso."
O tucano também afirmou considerar a crise mais grave que o caso Watergate, que derrubou o presidente norte-americano Richard Nixon, e que há motivos para se desconfiar da investigação pela Polícia Federal. Alckmin não detalhou suas desconfianças. "Existem todos os motivos para que haja um acompanhamento muito sério desse trabalho", declarou.
As associações de Alckmin foram feitas em Curvelo, no interior de Minas. Ao lado do presidenciável estavam o governador Aécio e o ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo -acusado de ligação com o valerioduto no mensalão. Na visita, Aécio disse que Lula paga o preço de ter colocado amigos da "república sindical" no governo, mas não fez associação direta entre Lula e o dossiê.
Depois, Alckmin e Aécio afirmaram em Barbacena (176 km de Belo Horizonte) que o Brasil precisa de equipe de governo escolhida "por mérito, e não por companheirismo". "Teremos uma composição de governo feita a partir do mérito das pessoas, e não do companheirismo apenas", disse Aécio. Os tucanos disseram ainda que "sentem o clima de virada" na campanha à Presidência. Os dois seguiram em carreata do aeroporto até a Praça dos Andradas, acompanhados pelo ex-presidente Itamar Franco e pelo candidato do PFL ao Senado por Minas, Eliseu Resende.
afirma Alckmin em Minas
Junto com o governador Aécio, tucano atacou Lula e questionou origem do dinheiro, beneficiário e mentor do caso do dossiê
LEANDRO BEGUOCI
ENVIADO ESPECIAL A CURVELO
THIAGO REIS
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BARBACENA
Alckmin respondeu: "O PT é o Lula. Não são pessoas que estão lá longe [os envolvidos com a compra do dossiê]. Não são fatos isolados. São fatos em seqüência. A festa da democracia, que é a eleição, virou problema policial, e mal-resolvido".
Depois, o tucano continuou ligando Lula à crise do dossiê. "Até agora não se disse de onde veio o dinheiro. Até agora não se disse como o dólar entrou no país. Até agora não se disse a quem isso ia beneficiar. Até agora não se disse quem é o mentor de tudo isso."
O tucano também afirmou considerar a crise mais grave que o caso Watergate, que derrubou o presidente norte-americano Richard Nixon, e que há motivos para se desconfiar da investigação pela Polícia Federal. Alckmin não detalhou suas desconfianças. "Existem todos os motivos para que haja um acompanhamento muito sério desse trabalho", declarou.
As associações de Alckmin foram feitas em Curvelo, no interior de Minas. Ao lado do presidenciável estavam o governador Aécio e o ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo -acusado de ligação com o valerioduto no mensalão. Na visita, Aécio disse que Lula paga o preço de ter colocado amigos da "república sindical" no governo, mas não fez associação direta entre Lula e o dossiê.
Depois, Alckmin e Aécio afirmaram em Barbacena (176 km de Belo Horizonte) que o Brasil precisa de equipe de governo escolhida "por mérito, e não por companheirismo". "Teremos uma composição de governo feita a partir do mérito das pessoas, e não do companheirismo apenas", disse Aécio. Os tucanos disseram ainda que "sentem o clima de virada" na campanha à Presidência. Os dois seguiram em carreata do aeroporto até a Praça dos Andradas, acompanhados pelo ex-presidente Itamar Franco e pelo candidato do PFL ao Senado por Minas, Eliseu Resende.
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