Entenda, Holiday: crítica à religião é parte da democracia


Coordenador do MBL

Fernando Holiday (foto), coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre),  afirmou em um vídeo haver grupos de gays que, segundo ele, têm “como principal causa” o ataque à religião.

“[O objetivo] é o ataque a toda e qualquer religiosidade, em especial ao cristianismo”, disse Holiday, que também é vereador de São Paulo pelo DEM.

Holiday gravou o vídeo para reforçar o apoio do MBL ao fechamento em Porto Alegre de uma exposição de arte que abordava a temática LGBT e acusada de promover a zoofilia e a pedofilia.

Recadinho para o Holiday: todos podem criticar a religião — o cristianismo, islamismo, etc., o que inclui as crenças de matriz africana.

Pode-se e deve-se criticar também o ateísmo.

Isto se chama “liberdade de expressão”, Holiday.

Tudo, absolutamente tudo pode ser criticado. Inclusive quem critica.

É assim que funciona a democracia, que, para ser verdadeira, tem de ser laica.

Holiday, o que não pode é destruir templos e ameaçar a integridade física de religiosos, como ocorre no Rio, onde traficantes, a mando de lideranças evangélicas, disseminaram o terror nos terreiros de candomblé e umbanda.

E o nome disso, Holiday, é "crime", sobre o qual se espera uma manifestação do MBL, já que esse movimento, de político liberal, está se tornando religioso.

Com informação de vídeo de Holiday.






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