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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Deputado da Iurd se defende com insinuação cafajeste

"O que a jornalista
 'deu' para ter
 informação?"
Em um discurso para tentar se defender da acusação do Ministério Público de que contratou uma pessoa como fantasma para desviar dinheiro da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado Pastor Edson Praczyk (PRB), na foto, fez um comentário cafajeste em relação à jornalista Paola Manfroi (na foto abaixo).

Disse: “O que essa jornalista 'deu' para conseguir essas informações privilegiadas? Como conseguiu isso? Se nem eu sabia que tinham embargado, bloqueado minha conta bancária? Como pode?” (Ver vídeo abaixo).

Paola foi vítima da
fúria do deputado
O deputado e pastor da Igreja Universal não se conformou com o fato de a jornalista da RPC, afiliada da Rede Globo no Paraná, ter obtido antes dele a informação de que a Justiça, a pedido do Ministério Público do Paraná, tinha bloqueado suas contas bancárias no valor total de R$ 308 mil.

O Ministério Público denunciou (acusação formal na Justiça) Praczyk por ter recebido o salário de uma funcionária fantasma de 2001 a 2005, no total de R$ 35 mil.

De acordo com investigações da Polícia Federal, um assessor do deputado registrou uma fiel da Universal como funcionária fantasma do gabinete de Praczyk, pegando com ela documentos com o propósito de benzê-los.

Valentão ofendeu a jornalista
mas não a PF nem o MP



Com informação de vídeo do Youtube e de outras fontes.






MP-PR denuncia deputado da Iurd por contratar fantasma

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