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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

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segunda-feira, 18 de março de 2013

Evangélicos se concentram em comissões sensíveis à religião

Frente Parlamentar Evangélica
Evangélicos acompanham de perto projetos
 que possam contrariar os  dogmas cristãos
A Frente Parlamentar Evangélica adotou a estratégia de ‘plantar’ seus 68 deputados em comissões por onde tramitam processos cuja aprovação possa contrariar os dogmas religiosos. A informação é do jornal “O Estado de S.Paulo”.

O exemplo mais visível no momento desse assédio ocorre na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, onde a Frente detém 14 postos do total de 36, incluindo a presidência ocupada pelo controvertido pastor Marco Feliciano (PSC-SP). O projeto de criminalização da homofobia, entre outros sensíveis aos dogmas cristãos, depende da aprovação dessa comissão.

Outra comissão onde a Frente Evangélica tem mirado seu interesse é a da Seguridade Social e Família, onde detém 18 das 72 cadeiras. É por essa comissão que tramitam questões envolvendo o aborto, além das relacionadas ao consumo de drogas e bebida alcoólicas. Do total de evangélicos dessa comissão, seis são titulares e 12, suplentes.

A Comissão de Constituição e Justiça também despertou a atenção da Frente porque por ali passam todos os projetos, para que sejam examinados a sua legalidade. O número de evangélicos são 18 (sete titulares e nove suplentes). O total de postos da comissão é de 132.

A Frente também almeja postos nas comissões por onde tramitam projetos que possam favorecer ou contrariar de expansão das igrejas. Na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, por exemplo, os evangélicos ocupam 14 (sete titulares e sete suplentes) das 42 cadeiras. É nessa comissão que tramita o projeto que veta o aluguel de horário na TV aberta às religiões.

A Frente Evangélica, em suas reuniões, faz um balanço da tramitação de todos os projetos de seu interesse, de modo que não seja pega de surpresa ou que possa agir com antecedência, o que inclui a negociação de acordo com outros deputados, a exemplo do que ocorreu com a escolha de Feliciano presidente a Comissão de Direitos Humanos..





Com informação do “O Estado de S.Paulo”.

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março de 2013


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