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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Rede do ‘frango com Jesus’ afirma ser antigay e agita os EUA

Chick-fil-A
A Chick-fil-A diz que
segue princípios bíblicos
A declaração de Dan Cathy, presidente da rede de lojas da Chick-fil-A — cujo fast-food é conhecido como “frango de Jesus” — segundo a qual a empresa contribui financeiramente com campanhas antigay deflagrou nos Estados Unidos uma polêmica com repercussão na imprensa e internet.

Já se sabia que a rede fundada em 1967 na Geórgia segue orientação bíblica, tanto que as suas 1.600 lojas não abrem o domingo por ser dia de culto. O que poucos sabiam era o engajamento de Dany na luta da direita cristã contra as reivindicações dos gays, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo.


O movimento de defesa dos direitos dos homossexuais está fazendo uma campanha de boicote ao “frango de Jesus”.

Do lado oposto, há militantes cristãos, como o ex-candidato presidencial Rick Santorum, pedindo mais consumo de frango da Chick-fil-A como forma de apoio aos valores tradicionais da família. Os engordurados pedaços de frango não fazem bem para saúde, mas isso é apenas um detalhe.

A empresa dos personagens Muppets anunciou ter cancelado o contrato de fornecimento de brindes   à Chick-fil-A.

Thomas Menino, prefeito de Boston, onde o casamento gay é legalizado, escreveu à direção da rede de fast-food que não permitiria a instalação em sua cidade de uma sua loja porque lá “não há lugar para a discriminação”. Depois ele recuou dizendo que não negará licença a restaurantes que queiram se instalar na cidade.

Billy Graham, o decano dos evangelistas, entrou na polêmica elogiando a Chick-fil-A por sua "posição firme em relação à fé cristã”.

O caso “frango de Jesus” faz parte de uma guerra cultural que há na sociedade americana, tendo como pontos de discórdia o casamento gay e a ingerência de líderes religiosos em assuntos laicos.


Com informação das agências.

Empresa diz vender produtos 100% Jesus para combater Satanás.
setembro de 2009

Casos de fanatismo religioso.

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