Zeng disse aos diretores da
escola que Cristo pregou o amor
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Zeng contou que já tinha sido admitido quando, em uma entrevista, um representante da escola lhe perguntou se era homossexual. Ele respondeu que sim, e perdeu o emprego.
A CHCA comunicou que a sua diretriz de ensino impede a contratação de homossexuais porque, no contato com as crianças, eles podem conspurcar a “santidade” do casamento entre homem e mulher.
Zeng disse que nunca fala sobre a sua homossexualidade aos seus alunos, não fazendo sentido, portanto, a alegação da escola. Acrescentou que, se soubesse da política discriminatória da CHCA, não teria se candidatado ao emprego.
“Eu disse para eles [diretores da escolha] que nós, seguidores de Cristo, temos de mostrar amor a todos, sem fazer juízo de valor”, afirmou Zeng a uma emissora.
Scott E. Knox, advogado especializado em defender vítimas de discriminação, disse que não há leis federais que deem amparo a Zeng, mas o professor pode, se quiser, recorrer à legislação de direitos humanos de Cincinnati.
Zeng, contudo, informou que já se dá por satisfeito com a repercussão do caso. Disse estar mais preocupado em criar uma consciência sobre a discriminação contra os homossexuais.
Com informação do Christian Post.
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