![]() |
Katya pagou com a vida
por ter "ofendido" Maomé
|
A polícia prendeu três suspeitos, e um deles, Bihal Gaziev, 16, disse que Katya, uma muçulmana, foi morta por ter “violado a Sharia” – a lei islâmica.
Gaziev teria dito que não se arrepende de ter reagido a uma ofensa a Maomé.
A Ucrânia situa-se na Europa Oriental e fez parte da antiga União Soviética. Tem cerca de 50 milhões de habitantes. O regime de governo é presidencialista. A religião predominante é o cristianismo ortodoxo. Os muçulmanos representam 1,7% da população.
Amigos de Katya afirmaram que ela gostava de usar roupas da moda e produtos de beleza, como, aliás, a maioria das moças de sua idade.
No concurso, ela ficou em sétimo lugar. Em seguida, foi assassinada.

Antes que algum patrulheiro cristão apareça pra defender que, sem o ensinamento jesuítico “quem não tiver pecado atire a primeira pedra”, estaríamos na mesma condição que a dos misóginos assassinos xiitas; convém lembrar que segundo Nawal al Saadawi, 79 anos, a primeira feminista árabe a denunciar a castração das mulheres,( no post "mulher é inferior em todas as religiões", 10/03/2011 paulolopes.com.br, do El País); “o problema da mulher é crônico, e está enraizado no patriarcado e na religião”. A religião antiga era predominantemente feminina, e também todo o sistema econômico e socio-político compreendido como matriarcado; anterior ao presente, agrícola-patriarcal, que evoluiu até o industrialismo capitalista, sob o qual vivemos, eminentemente masculino e produtor de guerras e muita violência. A feminista egípcia prova que mulheres são inteligentes, sob qualquer condição cultural ou religiosa que lhes seja adversa, pois é capaz de perceber que "a mulher não pode se libertar sob nenhuma religião, porque as mulheres são inferiores em todas as religiões"("mulher é inferior em todas as religiões", 10/03/2011 paulolopes.com.br, do El País). Religiões, geralmente criadas por homens, assim como mitologias e demais sistemas rituais, códigos morais, todos masculinos criados depois da revolução agrícola-patriarcal; substituíram o paradigma biológico, da vida, expresso na veneração ao seio, ao útero, símbolos maternos da geração e criação vitais; pelo falo, símbolo da violência metálica sobre a terra, no intuito de agricultá-la, sobre as árvores, para derrubá-las e sobre os animais, e seres humanos, para matá-los. Uma mudança de paradigmas; do cooperativismo, e associativismo primitivos, evolutivos, para o guerreiro-civilizador, escravocrata e competitivo; verdadeiro sistema de criação do padrão metálico de riqueza, depois substituído pelo dinheiro e pela guerra. Coincidência ou não, os historiadores e antropólogos apontam para o fato de que as mulheres foram oprimidas durante estes últimos 6 mil anos, coincidindo com o período da dominação das religiões patriarcais, da invenção da história “adâmica”(em que o homem é criado antes da mulher por um deus masculino, sua imagem) e do sistema econômico-jurídico agrário patrimonial, que regula a transmissão da posse da terra pela herança, ao filho primogênito, nascido do casamento, donde a equivalência dos termos patrimônio e matrimônio. Contemplamos porém agora uma revolução em curso, pois mulheres críticas e pensadoras, como Nawal Al Saadawi, representam e encarnam que está em andamento a futura revolução de paradigmas, universal e efetiva. Seu slogan: "Pedimos uma Constituição, um Código e um Estado SECULARES", atesta que a consciência política feminina, no islamismo ou em qualquer outra civilização masculina, é capaz de atingir um elevado índice de desenvolvimento, em direção à emancipação universal e inclusiva, não separando homens de mulheres; tal como as políticas afirmativas de segmentos particulares, em curso no Ocidente, que separam homens de mulheres, heterossexuais e gays, ricos e pobres, etc. Afirma Naawi: "não podemos separar uns dos outros, a mulher não pode se libertar se o homem não estiver livre e vice-versa”.
ResponderExcluircerta vez eu estava vendo um video de um ufólogo em uma palestra no youtube e uma pessoa perguntou se ele teria medo de encontrar algum et e ele respondeu o seguinte:
ResponderExcluireu não tenho medo de extra terrestres, eu tenho medo é de humanos !!
mais um "mito" religioso cai por terra, demolido literalmente a pedradas...a inviolável dignidade humana. até quando os povos árabes serão submetidos à essa estupidez e violência, mistificados sob o manto dissimulador da religião? ao lembrarmos porém que até 1960 dC, o código civil brasileiro assinalava que a mulher casada precisava de autorização por escrito, do marido, para trabalhar fora...e que somos um país "cristão"...tenho medo de pensar que a feminista muçulmana esteja certa.
ResponderExcluirCrentes e muçulmanos são uma praga humana....E a culpa é da Gibiblia e do Albobão , 2 livros imcecis que incentivam atos como este...
ResponderExcluirkarakas! que sacanagem...
ResponderExcluirmoça tão linda...
Não se trata de "crer em Deus", ou ser religioso...
Trata-se de o ser humano se achar no direito de julgar seus semelhantes, ou de o homem pensar que pode julgar a mulher (por mais "santa" ou "prostituta" que seja)... não há nada mais tolo do que isso...
julgamento em mãos dos homens não é Justiça, mas sim, com certeza, INJUSTIÇA....
o religião mais sem vergonha é esta muçulmana,se eu fosse rei aqui não entrava.
ResponderExcluirPunk
Coisa de religioso taradão maluco!
ResponderExcluirReligião é tudo a mesma bosta.Esse retardado seguidor do pedófilo maomerda deveria receber o mesmo tratamento que deu à moça.
ResponderExcluirVejam o desatino absurdo que a religião produz na mente alheia.
ResponderExcluirA estupidez impera ,não pode bater, então nóis mata !!!
ResponderExcluirO Islamismo é a religião do capeta...
ResponderExcluirReligião de merda, fábrica de covardes e inúteis. Espero que a seleção natural dê um jeito nesse lixo de islamismo. E nas outras religiões, também.
ResponderExcluirMaomé, um dos maiores bostas da humanidade. Vejam no que deu a porcaria que ele criou.
ResponderExcluir