Laryssa Silva Martins, vítima do atirador do Realengo

Laryssa Silva Martins (foto), 13, pouca saía de casa, mas na escola tinha muitos amigos, de acordo com seus familiares.

Quando seu pai, o motorista aposentado Clóvis Martins, 56, soube dos tiros na escola, ele correu para lá -- sua casa fica por perto. Ele encontrou a filha ensanguentada no chão e pensou que ainda estivesse viva, até que se deu conta que ela não respirava. Depois, no IML (Instituto Médico-Legal), manifestou o seu desespero: "Minha filha, meu anjo de candura foi embora".

O sepultamento do corpo da estudante ocorreu na manhã de sexta-feira (8) no cemitério do Murundu. Camila Silva, irmã da vítima, estava desesperada: o tempo todo gritou pedindo a volta de Laryssa.

No mesmo cemitério, houve o enterro de outras vítimas do atirador Wellington Menezes de Oliveira. Um helicóptero da Polícia Civil jogou no cemitério pétalas de rosa em homenagem aos mortos.

Avó de Laryssa morre após saber de 'algo muito ruim' com a neta.
abril de 2011

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