O menino de dois anos não sobreviveria se não recebesse logo uma transfusão de sangue. Ele estava com anemia crônica e diarreia. Mas o seu pai já tinha entregado à direção do hospital um documento que proibia os médicos de adotar esse procedimento.Ele é da Testemunhas de Jeová, religião para a qual o sangue é sagrado demais para, por exemplo, salvar uma criança.
O menino estava internado desde o dia 4 deste mês no Hospital Regional da Transamazônica, em Altamira, cidade de 105 mil habitantes do Pará que fica a 1.000 km de Belém, a capital.
A sorte dele foi que a sua mãe se rebelou contra o marido e recorreu à Justiça para que fosse feita a transfusão. Agora, o menino não corre mais risco de morte e deverá ter alta em duas semanas.
A família da mãe ficou abalada. A avó, por exemplo, não entende como alguém em nome de uma religião pode deixar o seu filho morrer.
“Será que Deus quer que uma criança morra? Isso não é normal, não”, disse ela.
Com informação do Diário do Pará.
> Direito à vida de uma criança deve prevalecer sobre liberdade de culto.
por Diaulas Costa Ribeiro em novembro de 2010
> Fanatismo das Testemunhas de Jeová. > Posts deste mês.
Religião imbecil !!!!
ResponderExcluirPrecisava acabar com essa religião.
ResponderExcluirPaulo Lopes mais uma vez fazendo sua parte para difamar religiosos através de divulgação seletiva.
ResponderExcluirO Paulo fica caladinho com relação aos podres mil vezes mais numerosos que vêm de não-religiosos. É assim que funciona a imprensa de hoje.
Anônimo das 16:35: um dos focos deste blog é a religião e suas implicações. Daí o que você chama de "divulgação seletiva", como se toda e qualquer informação não passasse por um critério de escolha e avaliação antes de ser divulgada.
ResponderExcluirAcho que todas as opiniões tem que ser respeitadas, eu estudo História e seria um anacronismo muito grande julgar pela nossa formação, sendo que várias atitudes que julgamos certa muitas vezes são ditas como erradas pra outras culturas, religião, enfim... é mais complexo do que as pessoas pensam esse tipo de atitude. É a mesma coisa das religiões islamicas, acham um abdurdo, mas ninguém nunca conversou com uma mulher que segue fervorosamente pra saber o que ela acha!
ResponderExcluirPior do que um pai retardado que prefere ver o filho morto a permitir uma transfusão de sangue é um idiota tentar justificar esta insanidade em nome do respeito às religiões.
ResponderExcluirAté que ponto a idiotice humana pode chegar ?
ResponderExcluirTestemunhas de Jeová querendo defender a religião deles sem argumentos lógicos detectado.
ResponderExcluirEsta na hora de proibirem os testemunhas de jeova e o islamismo no Brasil.
ResponderExcluirUma pergunta ao comentário de 27/04/11 00:43
ResponderExcluirO que o Islamismo causa de males no Brasil? se é para proibir, que se proíba todas as religiões a começar pelas neo-pentecostais.
O tema desse artigo jornalístico é tendencioso. Parte da premissa de que o sangue seria o único tratamento possível para o caso em questão. Também afirma de modo subliminar que a transfusão sanguínea automaticamente impediria a morte do paciente. Nenhuma dessas afirmações é verdadeira. Todos os hospitais dispõem de técnicas para gerenciar e conservar o sangue do próprio paciente, sem o uso de transfusões alogênicas de sangue. Inclusive, tais técnicas figuram como um tendência mundial, fruto da Medicina de qualidade, sendo aplicáveis a quaisquer casos.
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