Brasileiros que associam Deus à moralidade caem para 74%
O número de brasileiros que associam a crença em Deus à moralidade caiu de 84% da proporção da população em 2019 para 74% em 2025, de acordo com o projeto Projeto American Trends Panel (ATP) – Wave 166, realizado pela Pew Research Center em 25 paises.
Apesar o declínio, o número de brasileiros que atrelam moralidade a Deus permanece elevado, a maioria da população, porque significa que, até 2025, apenas 26% não viam necessidade da dependência de um ente divino para ser bom.
Apesar o declínio, o número de brasileiros que atrelam moralidade a Deus permanece elevado, a maioria da população, porque significa que, até 2025, apenas 26% não viam necessidade da dependência de um ente divino para ser bom.
O país cuja população menos associa a moralidade a Deus é a Suécia, com 14% da população.
O levantamento mostra que a descrença na necessidade de um Deus para ditar a conduta ética avança em nações desenvolvidas.
Nos Estados Unidos (EUA), 68% negam essa dependência.
Países como Polônia (80%) e Espanha (84%) seguem o topo da lista. Nesses locais, a percepção de que ateus ou agnósticos possuem valores sólidos é amplamente aceita.
A tendência global de queda atingiu 11 nações entre 2022 e 2025. Na Alemanha, o índice de quem exige a fé para a moral caiu de 37% para 21%.
"O ateísmo não é um vácuo moral. Seres humanos são capazes de empatia e ética por evolução e convívio social, sem medo de castigos divinos", conforme o Paulopes.
Na contramão, Indonésia (99%) e Índia (85%) reforçam o vínculo religioso. Os indianos subiram seis pontos percentuais nessa exigência desde 2019.
O Pew Research Center aponta correlação entre a importância da religião no dia a dia e a resposta. Quem reza mais tende a desconfiar da moral alheia sem o sagrado.
Na Hungria, 66% dos religiosos convictos exigem a crença para o bom comportamento. Entre os húngaros menos fervorosos, o número despenca para 19%.
A coleta nos EUA ouviu 3.605 adultos em março de 2025. A margem de erro do estudo é de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos.
Com informação de Pew Research Center.
O levantamento mostra que a descrença na necessidade de um Deus para ditar a conduta ética avança em nações desenvolvidas.
Nos Estados Unidos (EUA), 68% negam essa dependência.
Países como Polônia (80%) e Espanha (84%) seguem o topo da lista. Nesses locais, a percepção de que ateus ou agnósticos possuem valores sólidos é amplamente aceita.
A tendência global de queda atingiu 11 nações entre 2022 e 2025. Na Alemanha, o índice de quem exige a fé para a moral caiu de 37% para 21%.
"O ateísmo não é um vácuo moral. Seres humanos são capazes de empatia e ética por evolução e convívio social, sem medo de castigos divinos", conforme o Paulopes.
Na contramão, Indonésia (99%) e Índia (85%) reforçam o vínculo religioso. Os indianos subiram seis pontos percentuais nessa exigência desde 2019.
O Pew Research Center aponta correlação entre a importância da religião no dia a dia e a resposta. Quem reza mais tende a desconfiar da moral alheia sem o sagrado.
Na Hungria, 66% dos religiosos convictos exigem a crença para o bom comportamento. Entre os húngaros menos fervorosos, o número despenca para 19%.
A coleta nos EUA ouviu 3.605 adultos em março de 2025. A margem de erro do estudo é de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos.
Com informação de Pew Research Center.

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