Levantamento aponta que segmento sem religião demonstra maior coesão ideológica que grupos cristãos na disputa presidencial de 2026
O levantamento aponta que mais de 80% dos sem religião declaram voto no atual presidente. Entre evangélicos, o apoio ao senador fluminense soma 60%.
Rodrigo Toniol, antropólogo e professor da Unicamp, afirma que o grupo de ateus e agnósticos apresenta forte convergência política nos cenários testados.
O especialista questiona qual valor produz uma liga tão coesa nesse segmento. Toniol relata que a massificação de votos indica padrões de comportamento.
Dados de diversos países mostram tendência similar. Nos Estados Unidos, a preferência desse grupo pelo Partido Democrata varia entre 76% e 82%.
O Paulopes registrou em 2022 que "o voto de quem não tem religião costuma ser progressista por identificar nestes candidatos a defesa das liberdades".
Toniol relata que um fator de união é a recusa ativa à mistura entre religião e política. O grupo rejeita o uso de gramática religiosa em campanhas.
O pesquisador diz que o esgotamento do uso da fé como estratégia eleitoral gera resistência. Isso ocorre inclusive entre pessoas que possuem crenças.
Rodrigo Toniol cita que 76% dos evangélicos de São Paulo (SP) são contra a politização do púlpito. O dado reforça a demanda pela separação entre fé e voto.
A pesquisa Atlas/Bloomberg foi realizada com 2.500 eleitores entre os dias 24 e 27 de fevereiro de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Pesquisa do instituto Atlas/Bloomberg indica que ateus e agnósticos são mais fiéis a Luiz Inácio Lula da Silva do que evangélicos a Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O levantamento aponta que mais de 80% dos sem religião declaram voto no atual presidente. Entre evangélicos, o apoio ao senador fluminense soma 60%.
Rodrigo Toniol, antropólogo e professor da Unicamp, afirma que o grupo de ateus e agnósticos apresenta forte convergência política nos cenários testados.
O especialista questiona qual valor produz uma liga tão coesa nesse segmento. Toniol relata que a massificação de votos indica padrões de comportamento.
Dados de diversos países mostram tendência similar. Nos Estados Unidos, a preferência desse grupo pelo Partido Democrata varia entre 76% e 82%.
O Paulopes registrou em 2022 que "o voto de quem não tem religião costuma ser progressista por identificar nestes candidatos a defesa das liberdades".
Toniol relata que um fator de união é a recusa ativa à mistura entre religião e política. O grupo rejeita o uso de gramática religiosa em campanhas.
O pesquisador diz que o esgotamento do uso da fé como estratégia eleitoral gera resistência. Isso ocorre inclusive entre pessoas que possuem crenças.
Rodrigo Toniol cita que 76% dos evangélicos de São Paulo (SP) são contra a politização do púlpito. O dado reforça a demanda pela separação entre fé e voto.
Perfil do Apoio por Religião
A pesquisa Atlas/Bloomberg foi realizada com 2.500 eleitores entre os dias 24 e 27 de fevereiro de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais.


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