Ação na ilha Floreana busca restaurar ecossistema onde o naturalista Charles Darwin coletou evidências cruciais para a teoria da seleção natural no século 19
O Ministério do Ambiente do Equador soltou 158 tartarugas gigantes na ilha Floreana, no arquipélago de Galápagos. Os animais estavam ausentes do local havia mais de um século.
Os quelônios vieram do centro de criação do Parque Nacional Galápagos (PNG). Eles possuem alta carga genética da espécie original.
Os quelônios vieram do centro de criação do Parque Nacional Galápagos (PNG). Eles possuem alta carga genética da espécie original.
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Chelonoidis niger, espécie original da ilha Isabela |
A ilha Floreana foi a primeira habitada por humanos no arquipélago. A presença humana, a caça e a introdução de espécies invasoras dizimaram a fauna local nos séculos passados.
As tartarugas passaram por quarentena e receberam microchips. Guardas-florestais carregaram os animais por sete quilômetros em terrenos vulcânicos para garantir a soltura em áreas seguras.
Galápagos foi o cenário central para Charles Darwin formular a teoria da evolução. Em 1835, a bordo do navio HMS Beagle, o britânico notou variações entre espécies de diferentes ilhas.
Darwin observou que tentilhões tinham bicos adaptados à alimentação de cada local. As tartarugas também apresentavam carapaças distintas conforme o ambiente onde viviam.
Essas observações foram a base para a obra “On the Origin of Species”, de 1859. O livro explica como a seleção natural preserva características favoráveis à sobrevivência das espécies.
“Floreana consolida-se como referência mundial ao avançar na restauração integral de uma ilha habitada”, afirmou a pasta ambiental do Equador sobre a importância do projeto de soltura.
Pesquisadores tentam devolver à Floreana outras 12 espécies endêmicas.
Especialistas indicam que existem 15 espécies de tartarugas em Galápagos. Três foram extintas há séculos, incluindo a Chelonoidis elephantopus, que era nativa da ilha Floreana.
Com informação de AFP e National Geographic.
As tartarugas passaram por quarentena e receberam microchips. Guardas-florestais carregaram os animais por sete quilômetros em terrenos vulcânicos para garantir a soltura em áreas seguras.
Galápagos foi o cenário central para Charles Darwin formular a teoria da evolução. Em 1835, a bordo do navio HMS Beagle, o britânico notou variações entre espécies de diferentes ilhas.
Darwin observou que tentilhões tinham bicos adaptados à alimentação de cada local. As tartarugas também apresentavam carapaças distintas conforme o ambiente onde viviam.
Essas observações foram a base para a obra “On the Origin of Species”, de 1859. O livro explica como a seleção natural preserva características favoráveis à sobrevivência das espécies.
“Floreana consolida-se como referência mundial ao avançar na restauração integral de uma ilha habitada”, afirmou a pasta ambiental do Equador sobre a importância do projeto de soltura.
Pesquisadores tentam devolver à Floreana outras 12 espécies endêmicas.
Especialistas indicam que existem 15 espécies de tartarugas em Galápagos. Três foram extintas há séculos, incluindo a Chelonoidis elephantopus, que era nativa da ilha Floreana.
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O arquipélago fica a 1.000 km da costa equatoriana e abriga fauna única no planeta. |
Com informação de AFP e National Geographic.


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