O Estado pune abuso psicológico, mas ignora a manipulação mental de crianças quando feita em nome da fé e da tradição cultural.
Na França, doutrinação religiosa de crianças: um ponto cego na lei republicana. Dizem que a lei protege os menores na Europa.
Isso é verdade apenas em partes. A autoridade dos pais não é total. A criança não é um objeto de posse.
A saúde física e mental dela deve ser cuidada. Violência e abuso são crimes puníveis por lei.
A justiça age contra quem faz mal aos pequenos, mesmo dentro de casa. Mas existe um furo nesse controle.
A doutrinação religiosa escapa da proteção legal. A lei condena o abuso psicológico em outros casos.
Porém, aceita essas práticas se a origem for a fé. O medo e ameaças de castigo eterno moldam a mente.
Isso raramente é visto como problema. Pressão psicológica vira “transmissão cultural” no contexto religioso.
O rótulo muda a percepção do ato. Essa tolerância é uma escolha política e social.
Os instrumentos legais para agir existem. O Estado apenas escolhe não os usar contra igrejas.
Grupos pequenos são chamados de seitas e punidos. Grandes religiões ganham imunidade simbólica.
Isso ocorre porque são crenças antigas. A maioria segue essas normas e a cultura aceita sem questionar.
O resultado é uma incoerência profunda. Pais não têm o direito de bater ou humilhar os filhos.
Mas podem condicionar a mente deles com histórias sem provas. Dúvidas viram pecados puníveis.
A criança cresce cercada por medo e culpa. O Estado aceita essa exceção ideológica na família.
A liberdade da criança cede ao desejo dos adultos. Eles transmitem crenças sem limites ou freios.
Proteger a consciência é mais que garantir a fé. É garantir também o direito de não crer.
A criança deve crescer sem pressão dogmática. Ela precisa de discernimento antes de fazer escolhas.
Ninguém escolhe onde nasce. A República tem o dever de impedir o uso do medo na educação.
O ateísmo reformado aponta esse problema grave. Não se pede a proibição das crenças pessoais.
Pede-se o fim de um privilégio histórico. O ataque ao desenvolvimento psicológico não pode ser aceito.
A religião não deve servir de desculpa para abusos. Juízes e educadores precisam agir contra danos mentais.
Laicismo exige proteção ativa das liberdades. Tradições não podem ser intocáveis se ferem a mente.
A família não está acima dos direitos básicos. A paz social não justifica fechar os olhos para isso.
O condicionamento mental deve ser combatido. O direito da criança de crescer livre é inegociável.
> Com informação de Artigo de Análise/Imprensa Francesa
Na França, doutrinação religiosa de crianças: um ponto cego na lei republicana. Dizem que a lei protege os menores na Europa.
Isso é verdade apenas em partes. A autoridade dos pais não é total. A criança não é um objeto de posse.
A saúde física e mental dela deve ser cuidada. Violência e abuso são crimes puníveis por lei.
A justiça age contra quem faz mal aos pequenos, mesmo dentro de casa. Mas existe um furo nesse controle.
A doutrinação religiosa escapa da proteção legal. A lei condena o abuso psicológico em outros casos.
Porém, aceita essas práticas se a origem for a fé. O medo e ameaças de castigo eterno moldam a mente.
Isso raramente é visto como problema. Pressão psicológica vira “transmissão cultural” no contexto religioso.
O rótulo muda a percepção do ato. Essa tolerância é uma escolha política e social.
Os instrumentos legais para agir existem. O Estado apenas escolhe não os usar contra igrejas.
Grupos pequenos são chamados de seitas e punidos. Grandes religiões ganham imunidade simbólica.
Isso ocorre porque são crenças antigas. A maioria segue essas normas e a cultura aceita sem questionar.
O resultado é uma incoerência profunda. Pais não têm o direito de bater ou humilhar os filhos.
Mas podem condicionar a mente deles com histórias sem provas. Dúvidas viram pecados puníveis.
A criança cresce cercada por medo e culpa. O Estado aceita essa exceção ideológica na família.
A liberdade da criança cede ao desejo dos adultos. Eles transmitem crenças sem limites ou freios.
Proteger a consciência é mais que garantir a fé. É garantir também o direito de não crer.
A criança deve crescer sem pressão dogmática. Ela precisa de discernimento antes de fazer escolhas.
Ninguém escolhe onde nasce. A República tem o dever de impedir o uso do medo na educação.
O ateísmo reformado aponta esse problema grave. Não se pede a proibição das crenças pessoais.
Pede-se o fim de um privilégio histórico. O ataque ao desenvolvimento psicológico não pode ser aceito.
A religião não deve servir de desculpa para abusos. Juízes e educadores precisam agir contra danos mentais.
Laicismo exige proteção ativa das liberdades. Tradições não podem ser intocáveis se ferem a mente.
A família não está acima dos direitos básicos. A paz social não justifica fechar os olhos para isso.
O condicionamento mental deve ser combatido. O direito da criança de crescer livre é inegociável.
> Com informação de Artigo de Análise/Imprensa Francesa

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