A obra compara o pontífice a Dom Quixote e destaca sua luta por justiça social em um mundo cínico
O autor entrevistou membros da Igreja antes da viagem. Ele investigou conflitos entre fé e razão.
Francisco é retratado como um homem de paradoxos. Ele une autoritarismo e pregação de humildade.
O título compara o papa a Dom Quixote. O argentino luta contra burocracias e crises humanitárias.
Cercas humaniza o pontífice. Ele foca no lado político e na preocupação com o destino dos pobres.
O escritor mantém sua visão racionalista. Não ocorre conversão religiosa no relato, mas respeito.
Em entrevista ao jornal O Globo, Cercas citou fobia de religião. Isso vem da história repressora na Espanha.
Ele admite simpatia pela figura histórica de Cristo. Jesus foi um rebelde social que defendeu a igualdade.
O autor gosta da radicalidade cristã original. Ele vê isso como oposto ao espírito burguês atual.
> Com informação de O Globo e editoras.
Ateu que teve encontro com papa Francisco escreve o livro "O louco de Deus no fim do mundo".
Javier Cercas se define como anticlerical e ímpio. Ele aceitou um convite inédito do Vaticano em 2023.
O autor espanhol viajou com Francisco para a Mongólia. É a primeira vez que um escritor recebe tal oferta.
Cercas aceitou para ter liberdade total de escrita. Ele queria questionar dogmas como a vida eterna.
A obra venceu o Prêmio do Livro Europeu. O texto narra a relação entre o ateu e o líder religioso.
Javier Cercas se define como anticlerical e ímpio. Ele aceitou um convite inédito do Vaticano em 2023.
O autor espanhol viajou com Francisco para a Mongólia. É a primeira vez que um escritor recebe tal oferta.
Cercas aceitou para ter liberdade total de escrita. Ele queria questionar dogmas como a vida eterna.
A obra venceu o Prêmio do Livro Europeu. O texto narra a relação entre o ateu e o líder religioso.
O autor entrevistou membros da Igreja antes da viagem. Ele investigou conflitos entre fé e razão.
Francisco é retratado como um homem de paradoxos. Ele une autoritarismo e pregação de humildade.
O título compara o papa a Dom Quixote. O argentino luta contra burocracias e crises humanitárias.
Cercas humaniza o pontífice. Ele foca no lado político e na preocupação com o destino dos pobres.
O escritor mantém sua visão racionalista. Não ocorre conversão religiosa no relato, mas respeito.
Em entrevista ao jornal O Globo, Cercas citou fobia de religião. Isso vem da história repressora na Espanha.
Ele admite simpatia pela figura histórica de Cristo. Jesus foi um rebelde social que defendeu a igualdade.
O autor gosta da radicalidade cristã original. Ele vê isso como oposto ao espírito burguês atual.
> Com informação de O Globo e editoras.

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