PF prende pastores suspeitos de desvio no MEC, incluindo ex-ministro

INFORMAÇÃO COM ATUALIZAÇÕES


24/6 — "Pressentimento" de Bolsonaro

Bolsonaro telefonou para o ex-ministro Ribeiro dizendo ter o "pressentimento" de que o seu ex-ministro seria alvo de busca, apreensão de documentos e prisão pela Polícia Federal. O que fato ocorreu. A Polícia Federal tirou essa conclusão de uma interceptação telefônica entre Ribeiro e sua filha.

23/6 — Fora da cadeia

O ex-ministro Milton Ribeiro (Educação) deixou a carceragem da Polícia Federal em São Paulo nesta quinta, após liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região cassar a prisão preventiva dele e dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, presos na quarta.
 
23/6 — Organização criminosa no MEC

Bruno Calandrini, delegado responsável Operação Acesso Pago, disse o ex-ministro Milton Ribero teve "tratamento privilegiado concedido" pela Polícia Federal.

23/6 — Organização criminosa no MEC

De acordo com o "Estadão", a Polícia Federal, no pedido à Justiça para a Operação Acesso Pago, informou que uma “organização criminosa” se “infiltrou” no Ministério da Educação.

22/6 — Detido na PF de SP

Embora o juiz tenha determinada a transferência do ex-ministro Milton Ribeiro para Brasília, o seu advogado conseguiu que ele ficasse detido na Polícia Federal de São Paulo. A PF concordou com o pedido para não ter gasto com o transporte a Brasília

22/6 — Pediu dinheiro antes de ser preso

Está circulando na rede social um vídeo onde aparece o pastor Gilmar Santos pedindo dinheiro para reformar o seu templo. Foi o último culto antes de ser preso pela Polícia Federal.

 

22/6  — Outros investigados

A Operação Acesso Pago da Polícia Federal também investiga o advogado Luciano Musse, que em 2021 foi nomeado pelo então ministro como gerente de projetos. Uma pessoa identificada como "Helder" também está na lista de suspeitos. Ambos estão cumprindo ordens de prisão domiciliar.


22/6 — Prisão, busca e apreensão

A Polícia Federal fez na manhã de 22 de junho busca e apreensão de documentos em endereços do pastor e ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e também dos pastores Gilmar Santos. Ambos foram presos. 

Também houve busca e apreensão em endereços do pastor Arilton Moura.

Os três religiosos são suspeitos de formação de quadrilha, desviando recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), órgão ligado ao MEC. 

Pelo mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal em Brasília, os envolvidos podem responder por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

Com o conhecimento do então ministro Ribeiro, os líderes evangélicos Gilmar Santos e Arilton Moura, embora sem qualquer posto no governo, negociavam com prefeitos a liberação de empenhos para obras, escolas, quadras e compras de equipamento. Há acusação de que cobravam para esse serviço.

Até a saída de Milton do governo, Bolsonaro recebeu os pastores Gilmar e Arilton dezenas de vezes no Palácio. 

Agora, o presidente diz que se a PF prendeu o ex-ministro é porque "tem motivo, e o ex-ministro vai se explicar". 

Independentemente do que a PF apurar e pelo que já se tem de evidências, Bolsonaro não poderá repetir não haver corrupção em seu governo, prejudicando sua campanha eleitoral.

Bolsonaro e os pastores
Milton Ribeiro,
Arilton Moura e
Gilmar Santos

> Com informação da Folha, Estadão, Globo, Globo News, CNN e rede social e com reprodução de foto.

Afirmações do ministro da Educação indicam preconceito contra homossexuais e ateus

Comentários

  1. Anônimo6/23/2022

    Quando vi que o ministro era pastor já sabia que era ladrão, pois qualquer cara que ganhou dinheiro a vida toda dizendo que as pessoas devem dar dinheiro pra ele para agradar um ser mitológico é capaz de qualquer coisa, propina pra ele é fichinha.

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