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MPF age contra monopólio da Universal em presídios do Rio

O MPF (Ministério Público Federal) pediu ao governo do Estado do Rio que garanta a pluralidade religiosa nos presídios, onde há predominância quase absoluta da Igreja Universal.

Caso a SEAP (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) não providencie em cada unidade um espaço ecumênico no prazo de 30 dias, para uso de variados cultos, o MPF entrará com uma ação civil pública.




Dentro de vários presídios, com recursos próprios, a Universal tem construído templos supostamente abertos a todas as religiões, o que não ocorre na prática. Esses espaços têm o nome da igreja e/ou o seu logotipo ou ainda o seu slogan “Jesus Cristo é o Senhor”.

O Ministério Público comunicou ao governo do Rio que há "indícios" de que presidiários de determinadas religiões, como as de matriz africana, não têm recebido assistência espiritual.

A Igreja Universal pretende ter um templo dentro de cada presídio do país.


Com informação do Estadão e de outras informações.





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