Pular para o conteúdo principal

Igreja teme perder isenção fiscal com a reforma da Previdência

Reforma poderá rever isenção às igrejas

Por intermédio da CNBB, a Igreja Católica tem feito duras críticas à reforma da Previdência proposta pelo Governo Temer.

A alegação é que as mudanças vão prejudicar os trabalhadores, mas há outro motivo sobre o qual os bispos não falam.

Trata-se da possibilidade de o governo rever a isenções fiscais das entidades filantrópicas, o que incluiria organizações das igrejas.

Não haverá mudança na imunidade tributária porque esse benefício consta na Constituição.

O governo Temer já teria orientado o deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), relator da reforma, a colocar na pauta a questão das isenções fiscais, que são concedidas a vários setores, do agronegócios a clubes de futebol.

Maia já se manifestou contra esses benefícios porque significam a não entrada de bilhões de reais nos cofres públicos.

O empenho da Igreja Católica contra a reforma tributária é tanto, que a pregação já chegou às missas, de acordo com o repórter Valdo Cruz.

Com informação da Globo News e de outras fontes.


Envio de correção.

 Por que igrejas e suas entidades não pagam impostos?


Comentários

Post mais lidos nos últimos 7 dias

90 trechos da Bíblia que são exemplos de ódio e atrocidade

Historiador católico critica Dawkins por usar o 'cristianismo cultural' para deter o Islã

Veja 14 proibições das Testemunhas de Jeová a seus seguidores

Jesus não é mencionado por nenhum escritor de sua época, diz historiador

Após décadas desestruturando famílias, TJs agora querem aproximação com desassociados

'Sou a Teresa, fui pastora da Metodista e agora sou ateia'

Pastor Lucinho organiza milícia para atacar festa de umbanda

Ex-freira Elizabeth, 73, conta como virou militante ateísta

'Quando saí [do  convento], era como eu  tivesse renascido' Elizabeth Murad (foto), de Fort Pierce (EUA), lembra bem do dia em que saiu do convento há 41 anos. Sua sensação foi de alívio. Ela tocou as folhas de cada árvore pela qual passou. Ouviu os pássaros enquanto seus olhos azuis percorriam o céu, as flores e grama. Naquele dia, tudo lhe parecia mais belo. “Quando saí, era como se eu estivesse renascido”, contou. "Eu estava usando de novo os meus sentidos, querendo tocar em tudo e sentir o cheiro de tudo. Senti o vento soprando em meu cabelo pela primeira vez depois de um longo tempo." Ela ficou 13 anos em um convento franciscano de Nova Jersey. Hoje, aos 73 anos, Elizabeth é militante ateísta. É filiada a uma fundação que denuncia as violações da separação entre o Estado e Igreja. Ela tem lutado contra a intenção de organizações religiosas de serem beneficiadas com dinheiro público. Também participa do grupo Treasure Coast , de humanistas seculares.

Só metade dos americanos que dizem 'não acredito em Deus' seleciona 'ateu' em pesquisa