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Mentira sobre a existência do Noel pode prejudicar as crianças, aponta estudo

Psicólogos afirmam que omitir a verdade não é bom exemplo para crianças porque elas precisam aprender a valorizar a verdade


Pais que dizem aos seus filhos que tenham bom comportamento para no Natal receberem presente do Papai Noel podem estar colocando em jogo sua credibilidade. A conclusão é de pesquisadores da Inglaterra e da Austrália.

Um dia os filhos descobrirão que os pais mentiram sobre a existência do bom velhinho barbudo e eles se sentirão enganados e traídos.

Até porque seus pais ensinaram que o bom comportamento inclui não mentir.

"Se [os pais] podem mentir sobre algo tão especial e mágico, eles podem continuar sendo considerados pelos filhos como guardiães da sabedoria e da verdade?", argumentaram o psicólogo Christopher Boyle e a especialista em saúde mental Kathy McKay em artigo na revista Lancet.

As crianças poderão ficar confusas quanto aos valores morais porque os pais mentiram sobre a existência do Papai Noel enquanto exigiam delas contar só a verdade.

Para os dois estudiosos, a mentira sobre Noel se agrava com o acréscimo de que o velhinho observa as crianças durante todo o ano para anotar em seu caderno os nomes das crianças desobedientes. Trata-se de uma mentira perversa.

Boyle e McKay argumentaram que existem formas honestas de os pais alimentarem a fantasia na vida das crianças, lendo para elas, por exemplo, bons livros.

Vigilância do Noel
é perversidade

Com informação da Lancet.

• Na Itália, diocese pede desculpas por bispo dizer que Papai Noel não existe 


• TV da Noruega repreende âncora por uso de crucifixo


Comentários

CBTF disse…
Hoje em dia os pais das crianças vivem compartilhando mentira no zap zap, essa mentirinha do Papai Noel não é nada.
EDUARDO BANKS disse…
Meus pais nunca mentiram sobre "Papai Noel" para mim, porém, falaram-me sobre "Deus", mas neste caso, dou o desconto porque nisso eles mesmos acreditam, ele, aos 86, ela, aos 81 anos. Também foram enganados.

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No primeiro dia de julgamento, Breivik fez saudação romana O cristão fanático Anders Behring Breivik (foto), 33, disse nesta quarta-feira (18) em Oslo que a Justiça deveria absolvê-lo ou condená-lo à morte. Em julho de 2011, o norueguês matou 77 pessoas em um protesto contra a imigração na Europa, principalmente a dos muçulmanos. Hoje foi o terceiro dia do seu julgamento.  Ele disse que uma condenação à prisão para ele é “patética”. Na Noruega, não há pena de morte e a condenação máxima é de 21 anos de prisão. Apesar disso, Breivik deverá ficar preso para sempre porque é certo que será considerado formalmente pela Justiça como perigoso para a sociedade. "Se você abraça a morte antes de entrar em ação, você fica dez vezes mais forte", disse Breivik. "Eu abracei a morte." Ele reafirmou que em 2011 foi um dos fundadores do um grupo batizado de Cavaleiros Templários. Quando ele foi preso, disse que o grupo se chamava “Novos Pobres Cavalheiros de Crist