A afirmação foi feita ao ser questionado em uma entrevista sobre o apoio que tem recebido do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
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Serra argumentou que Silas Malafaia foi do conselhão do Lula |
“O Silas Malafaia apoiou o Eduardo Paes com vice do PT no Rio. Ele foi do conselhão do Lula, aquele conselho de desenvolvimento social”, disse. “O problema é que, declarando apoio a mim, passou a ser inimigo do PT.”
Serra concordou com a crítica dos religiosos de que o chamado kit gay tinha o propósito de fazer apologia da homossexualidade, em vez de combater a homofobia. Era “uma espécie de doutrina”, afirmou. “O problema do kit gay é acima de tudo pedagógico. Quer doutrinar, em vez de educar.”
Além disso, afirmou, havia no material que seria distribuído às escolas um erro de matemática quando fazia “apologia do bissexualismo”. “Diz é bom ser bissexual porque você aumenta em 50% a chance de ter programa no fim de semana. Não é 50%, é 100%.”
O kit gay foi um projeto do Ministério da Educação na época em que o seu titular era Fernando Haddad, adversário de Serra. Hoje, o petista não reconhece como sua essa tentativa de colocar em prática nas escolas um programa de combate à homofobia.
Para Serra, contudo, quem tem de dar explicação sobre o kit é o Haddad, inclusive sobre os gastos de R$ 800 mil que estão sendo cobrados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), e não a presidente Dilma Rousseff, que o vetou.
Com informação do Estado de S.Paulo.
Religião na política.
Além disso, afirmou, havia no material que seria distribuído às escolas um erro de matemática quando fazia “apologia do bissexualismo”. “Diz é bom ser bissexual porque você aumenta em 50% a chance de ter programa no fim de semana. Não é 50%, é 100%.”
O kit gay foi um projeto do Ministério da Educação na época em que o seu titular era Fernando Haddad, adversário de Serra. Hoje, o petista não reconhece como sua essa tentativa de colocar em prática nas escolas um programa de combate à homofobia.
Para Serra, contudo, quem tem de dar explicação sobre o kit é o Haddad, inclusive sobre os gastos de R$ 800 mil que estão sendo cobrados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), e não a presidente Dilma Rousseff, que o vetou.
Com informação do Estado de S.Paulo.
Religião na política.
