Paulopes

Religião, ateísmo, ciência e astronomia

domingo, 22 de setembro de 2013

Chefe evangélica pressiona funcionária a se converter

Responsável financeira de empresa
foi acusada de perseguir católicos
A Vale Transporte Metropolitano S/C Ltda. vai ter de indenizar em R$ 5.000 a sua ex-funcionária Josicleia Aparecida Alves, que, católica, foi discriminada e perseguida pela sua chefe (que nos autos é denominada de “sra. Mariles”), para que fosse convertida à religião evangélica.

O valor será atualizado com juros e correção monetária, a partir da data em que a reclamação trabalhista foi ajuizada.

A católica estava reivindicando R$ 50 mil por danos morais. A quantia foi considerada excessiva pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) do Paraná (9ª Região).

De acordo com o processo judicial, em 2010 a Mariles com frequência dizia a Josicleia para virar evangélica porque somente assim ela se libertaria do mal e se tornaria uma boa funcionária.

A ex-funcionária relatou que a então sua chefe levava uma vez por semana o pastor Francisco Mitsuo Kogima no local de trabalho para fazer pregações e exorcismo. O comparecimento dos funcionários era obrigatório.

”Os empregados católicos eram tratados com extremo rigor e hostilizados com frequência”, disse Josicleia,cuja função era caixa.

Um representante da empresa e marido da “sra. Mariles” negou que sua mulher perseguisse os católicos, mas admitiu que o pastor Kogima celebrou um culto para os funcionários.

Disse que Mariles,que era responsável pelo setor financeiro da empresa, chamou o pastor porque ficou nervosa com o sumiço de R$ 80 mil.

No entendimento do TST, foi comprovado que Josicleia foi vítima de intolerância religiosa, sendo atacada em suas convicções.

Com informações do processo.





Professor sugere república de ateus para conter intolerância
março de 2012

Intolerância religiosa


Postar um comentário

Posts mais compartilhados na semana

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...