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segunda-feira, 25 de março de 2013

Feliciano na presidência da CDHM é 'inaceitável', diz Anistia

Feliciano disse que só sai
da comissão se morrer
A Anistia Internacional divulgou nota afirmando ser “inaceitável” a escolha do pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP), na foto, para a presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara), por ter "posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT e mulheres".

"É grave que ele tenha sido alçado ao posto a despeito de intensa mobilização da sociedade em repúdio a seu nome", diz.

Embora esteja sendo pressionado para renunciar inclusive pelo seu próprio partido, Feliciano declarou no fim de semana que só morto deixará a presidência da comissão. O seu mandato no órgão é de dois anos.

A Anistia manifestou a expectativa de que os deputados “reconheçam o grave equívoco cometido” e  “tomem imediatamente as medidas necessárias” para substituir o deputado.

“[Os integrantes da comissão] devem ser pessoas comprometidas com os direitos humanos” que tenham “trajetórias públicas reconhecidas pelo compromisso com a luta contra discriminações e violações”, afirmou a nota.

Feliciano é o autor de afirmações como “a Aids é o câncer gay” e que os africanos descendem de um filho amaldiçoado de Noé”. Ele nega as acusações de que seja homofóbico e racista. Na TV, reclamou que suas filhas está sofrendo bullying na escola.

O deputado Henrique Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara, afirmou na semana passada que não há mais condições de o Feliciano permanecer no cargo e prometeu uma solução para os próximos dias.





Com informação das agências.

Fundamentalismo de Feliciano é ‘opinião pessoal’, diz jornalista
março de 2013

Marco Feliciano

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