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Anselmo Alves disse que também
dava apoio psicológico aos jogadores
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O técnico Mano Menezes já tinha avisado em meados do ano passado que não permitiria a presença de pastores nas concentrações da Seleção.
Em julho de 2011, na Argentina, por ocasião da Copa das Américas, o jogador Lúcio deu um jeitinho de burlar a proibição convidando Alves para frequentar o restaurante do hotel onde a Seleção estava hospedada. A viagem do pastor foi paga pelo próprio jogador.
Mas agora, segundo reclamou o pastor, nem no Brasil ele consegue entrar em hotel onde a Seleção estiver.
Alves vinha acompanhando a Seleção Brasileira havia pelo menos 10 anos. A sua atuação foi mais notada pela imprensa principalmente na época do treinador Dunga.
Mano, ao menos quanto ao veto a Alves, está certo. Religião não tem nada a ver com a Seleção Brasileira. Os jogadores mais religiosos que orem em seu quarto. Nada impede isso.
Anselmo Alves não se conformou com o seu afastamento da Seleção. Ele tem argumentado que, além do apoio espiritual, dava sustentação psicológica aos jogadores. Mas quem deve dar esse tipo de apoio é psicólogo, e não pastor.
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Lúcio dá um jeito de contornar veto e ora com pastor
julho de 2011
Religião nos esportes.
