domingo, 19 de setembro de 2010

Pais acusam colégio católico de tentar abafar caso de pedofilia

O tradicional colégio é mantido por religisosos
Pais de alunos acusam a direção Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho, na zona Sul do Rio, de tentar abafar o caso de um professor sob a suspeita de pedofilia. O tradicional estabelecimento de ensino fundamental e médio é mantido pela ordem Padres e Irmãos Vicentinos e dirigido pelo padre Lauro Palú. Tem 1.600 alunos.

No fim do mês passado, um grupo de pais de estudantes comunicou à direção da escola que havia provas de que o professor de teatro e de leitura de mídia abusava de alunos de 15 anos em uma sala do subsolo da escola.

Dias depois, o professor foi demitido, mas a direção do colégio negou que tinha sido por suspeita de pedofilia, e sim pelo fato dele não estar correspondendo à “linha de ensino da escola”.

Um pai disse a este blog que a direção do colégio agiu dessa forma para abafar um escândalo envolvendo o nome do estabelecimento e que essa também seria a intenção de outros pais.

Segundo ele, o argumento de que o professor não seguia a linha pedagógica do colégio é frágil porque ele lecionou ali nos últimos sete anos.

Nina da Cunha, a diretora pedagógica do colégio, confirmou à imprensa que houve relatos pais de alunos de “casos de abuso sexual”, mas a demissão do professor já estaria decidida “por divergências pedagógicas”.

Mesmo assim, pressionada por pais de supostas vítimas, o colégio apoiou a Associação de Pais e Mestres no pedido apresentado ao Ministério Público para que o caso seja investigado. O órgão já tinha recebido uma denúncia anônima.

“O que fizemos não foi uma denúncia ao MP, mas um pedido de averiguação”, disse Nina.

Mas para Fernando Potsch, presidente da associação, o que houve foi uma “denúncia bem concreta” ao Ministério Público. Ele disse que detalhes do abuso estão mantidos em sigilo para preservar os alunos violentados e sua família.

Ao Globo, um dos oito pais envolvidos diretamente na denúncia, comentou: “É uma situação complicada, que ninguém deseja para si”.

DENÚNCIA DO MP - atualização em 23 de março de 2011

O MP (Ministério Público) denunciou (acusação formal) à Justiça um ex-professor de teatro do Colégio São Vicente sob a acusação de ter abusado de alunos. Existem pelo menos seis acusações.

Com informação do Globo e Agência Estado.

> Diretor do Cristo Rei fingia na internet ser a jovem Thais Cooler.
março de 2009


59 Comentários:

  1. Comentários que revelem o nome do professor suspeito não serão publicados.

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  2. Pedofilia com 15 anos. Conte outra. Isso ta ficando ridículo. Ah, o colégio era cristão, sei...

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  3. Sou mãe de aluno e acho que a escola fez o que estava a seu alcance: denunciar ao MP. Pedofilia é crime e, ainda que o cara o tenha cometido, não há provas, ainda. Logo, a escola corre risco em imputar um crime a alguém sem que se tenha provado. O MP vai investigar, e isso é que importa, e tomara que chegue à verdade, seja ela qual for, e que o cara seja punido, se for o caso. Dizer que os pais acusam a escola de abafar é de uma estupidez atroz. O que esse pai idiota queria? Que o padre ligasse para os jornais denunciando? Você faria isso com a escola onde seu filho estuda? Isso não é abafar, é proteger. Eu como mãe não queria isso. Façam-me o favor. pedófilos existem em todos os lugares. Não há letreiro em neon na testa deles! Acordem para a vida! Conversem com seus filhos para identificarem o risco e parem de falar bobagens generalizadas. Risco de pedofilia existe em escola católica, judaica, laica!
    PS. O professor NÃO era padre, antes que se tente fazer qualquer ilação. Afff

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  4. O texto da anônima acima confirma a informação de que, além da escola, pais também estão tentando abafar o caso.

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  5. Nossa, como você é perspicaz, hein. Caramba. Por que você não liga pra Polícia e pro Ministério Público e denuncia que o padre e a associação de pais não quiseram publicar um anúncio de página inteira com a informação? Que absurdo, os pais quererem proteger seus filhos. Isso é crime, né não? noooossaaa.

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  6. Aliás, este deve ser o único caso em que alguém quer abafar um caso levando-o ao Ministério Público, instituição que concentra os maiores linguarudos da república.

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  7. Entendo ser possível proteger os filhos sem dificultar a apuração das denúncias. Porque, caso contrário, os pais também estarão protegendo o suposto abusador. É o que parece estar ocorrendo nesse caso.

    No mais, dizer que o professor foi demitido por não corresponder à linha pedagógica do colégio, depois dele estar ali sete anos, é uma falta de imaginação tão grande, que só pode ser indício de abafamento do caso pela escola com a conivência de alguns pais.

    Quanto à observação de que os promotores são os maiores lingarudos da República, a anônima das 19:40 poderia se valer de tão afiada argúcia em relação a pessoas bem mais próximas dela e de seu interesse. Como os professores de seu filho.

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  8. Crianças de 15 anos... eu ri.

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  9. Sempre quando casos como este surgem na mídia, lembro-me da falsa denúncia contra os donos e funcionários da Escola Base de São Paulo, que sofreram linchamento moral, foram obrigados a se isolarem da comunidade (“assassinato social"), foram acometidos por diversas patologias (depressão, fobias, cardiopatias) e dez anos depois, comprovada a tamanha injustiça, foram declarados inocentes.
    Temos que aprender com o Caso da Escola Base e termos prudência e razoabilidade a fim de não cometermos o mesmo erro de expor para a opinião pública pessoa que pode ser inocente atribuindo culpa sem que antes os fatos tenham sido apurados ou que a parte tenha tido a possibilidade de se defender.
    Fato é que não podemos afastar a hipótese de calúnia fantasiosa ou alguma armação contra o professor em questão.
    Recomendo a todos a leitura dos artigos: “O Caso da Escola Base e a importância da ética na prática do jornalismo”, “Delação e escola: o caso da Escola Base”, “A última aula da Escola Base”.
    “E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa” – Paulo (Hebreus, 6:15).

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  10. Li alguns artigos propostos pela anônima acima e fiquei realmente impressionada com a possibilidade real deste professor estar sendo massacrado por todas as evidências neles relatadas. Fiquei a pensar: se o professor fez parte de um colégio por 7 anos, se centenas de crianças e adolescentes, certamente, passaram por suas aulas, sem nunca terem colocado sua conduta sob suspeição, se sua história profisional, que é claro, foi devidamente vasculhada pela direção do colégio a época de sua contratação,e obviammente nada foi encontrado de desabonador, já que não será esta a única escola pela qual passou, porque então surgem estas denúncias agora? Será que alguém vira pedófilo de um dia para o outro? É claro que não!Alguma coisa está por trás desta história.

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  11. Conheço este miserável. Não é a primeira vez que ele faz isso, espero que seja condenado. Lamentavelmente também trabalha no município do Rio de Janeiro, aonde já foi denunciado pelos mesmos crimes e a direção fez que não viu nada.

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    1. Muito triste pessoas acusarem os outros sem prova. O sr. Sávio pelo visto deve conhecer outro professor porque esse já foi inocentado pela Secretaria Municipal de Educação. Pelo visto foi ele quem fez a denúncia mentirosa também no município. Um fofoqueiro, futriqueiro. Daria um bom processo por calúnia e difamação. Aliás é o que o professor deveria fazer assim que tudo isso terminar.

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  12. Sávio, não seja futriqueiro. Assim como você, várias pessoas o conhecem e trabalham com ele. Nós da escola do Município não temos nada que dizer do professor porque não há nada que desabone sua conduta conforme ficou comprovado por sindicância promovida pela própria SME. E você que o conhece deve saber que a denúncia caluniosa que foi feita ao Município partiu de uma professora que tinha inveja dele por ser querido pela direção, alunos, pais, professores e funcionários. Essa professora inclusive não gostava de trabalhar.
    Sávio, não acuse sem provas e nem fale mal da direção da escola na época. Deixe de ser mais um "arauto da moralidade" e pare de fazer fofoca. Vá cuidar de sua família, porque eles devem estar precisando. É isso que o professor deve estar fazendo agora, cuidando e recebendo apoio de sua família. E também de seus amigos que nunca o abandonaram e confiam plenamente nele.

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  13. A Secretaria Municipal de Educação recebeu uma denúncia anônima de irregularidade cometida pelo professor e imediatamente a Secretária mandou abir uma sindicância para apurar os fatos, onde não ficou constatado nenhum envolvimento seu com a referida denúncia. Portanto, o professor não tem nada que o desabone no Municípo.

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  14. A reportagem é tendenciosa e iverídica já que o termo "pedofilia" não se aplica ao caso por serem maiores de 14 anos. O colégio acatou a denúncia e mandou o professor embora mais por pressão dos pais do que querer apurar a verdade, já que o professor foi demitido sem saber os motivos e não teve direito de defesa. Basearam-se em relatos e não em provas. No colégio já se comenta que os pais fizeram pressão para seus filhos serem aprovados. E isso aconteceu. Provavelmente armaram essa situação para passar de ano, já que a situação acadêmica deles nunca foi boa. O colégio se meteu numa grande saia justa e abriu um precedente contra todos os profissionais de lá. Que diretor é esse? Espero que haja algum tipo de reparação contra esse absurdo.

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  15. Esse diretor é o mesmo que em 1983 promoveu uma limpa mandando 40 professores embora, descaracterizando o colégio e foi o responsável pela grande vigília promovida no mês de dezembro daquele ano por pais a alunos. Sua atitude sempre foi arrogante e autoritária e pelo que ouvi dizer, sua atitude se repetiu no caso com o professor.
    Parece que a reportagem que saiu no jornal tenta responsabilizar muito mais o colégio do que o professor. Como pode uma instituição que acabou de fazer 50 anos ficar com um professor que "abusa" de seus alunos durante 7 anos e desconhece tudo. Sinceramente esse diretor fez com que a credibilidade do colégio fosse por água abaixo e a reportagem contribuiu para isso.
    É preciso desconstruir essa história porque não se brinca com a vida das pessoas dessa forma. Me parece que esse professor era um dos mais queridos no colégio, mas pelo visto só o diretor não queria ver. Aliás sua vaidade nunca fez com que ele percebesse o outro.

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  16. Sou mãe de um aluno que participou das aulas dele durante muitos anos e nunca meu filho presenciou nada do que fala a matéria do jornal. Muito pelo contrário ele sempre foi incentivado durante os ensaios. Meu filho era muito tímido, quase não falava, com poucos amigos e depois do teatro passou a ser outra pessoa, mais alegre, espirituoso, com participação mais positiva na vida. Assim como eu muitos pais podem e devem dizer o mesmo de seus filhos e do professor. Pelo que ouço dizer uma grande injustiça foi cometida porque outras versões, que contrariam as fofocas iniciais, estão aparecendo para salvar a honra do professor.

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  17. Fui aluna do colégio. A minha filha estudou lá e fez também aula com o professor e sempre participou de forma exemplar, sendo sempre requisitada para os ensaios, envolvida com o trabalho. As aulas potencializaram o seu dinamismo e o encontro em grupo. Foi uma experiência muito importante que ela e, acredito que muitos outros, jamais irão esquecer. Conheço o professor por essas aulas e durante anos pude constatar a seriedade do seu trabalho e o carinho com que tratava nossos filhos, em espetáculos memoráveis. Nunca minha filha viu nada do que dizem e acredito que os pais desses alunos que fizeram essas denúncias não os conhecem. Aliás acho que o colégio também não.
    O padre sempre foi uma pessoa personalista e sua vaidade não permitiu dicernir o que aconteceu. Desde meu tempo de aluna que ele é assim, como bem lembrou o anônimo sobre a "vigília de 83". Que a verdade seja restabelecida e esse professor, que muito admiramos, possa voltar a ter paz com sua família.

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  18. Neste caso não é pedofilia nem estupro de vunerável porque os garotos são maiores de 12 anos.Não estou muito certo mas acho que aí é um caso de atentado violento ao pudor.

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  19. Anonimo das 18:24
    Se (Des)atualiza:
    O evangélico Magno Malta piorou as condutas sexuais ao alterar a lei em 2008. Não se pode dar mais nem beijinho em menor de 14 que pode ser considerado estupro. Um retrocesso pros tempos modernos, em que os jovens possuem mais informações.

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  20. A anônima de 20/09 diz que há acusação sem provas. Acusar sem prova também é crime? Me parece que não houve estupro, pedofilia ou atentado violento ao pudor. Pelo que estou lendo houve uma armação dessas pessoas. O melhor seria se o professor pudesse ter se defendido na escola. Que papel feio dessa escola. Se nada ficar comprovado acho que o professor deveria abrir um processo por danos morais.

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  21. Um dos acusadores disse num bate papo na internet em junho de 2010: "Odeio o meu diretor de teatro. Não aguento mais as aulas dele. Pensei em sair esse ano do grupo, mas ainda tenho uma coisa a fazer..." e meu filho ouviu, esse ano, de outro acusador: "Ainda bem que fizemos isso. Só assim passei de ano", numa referência à denúncia feita. E o colégio acreditou e desqualificou seu profissional. Uma vergonha para nós pais de aluno que acreditamos num colégio que já foi tão bem conceituado.

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  22. Outro caso similar a Escola Base... que vergonhoso.

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  23. Só posso entender essa preocupação do colégio, por ser católico e ser a igreja católica, a intituição detentora dos maiores índices de pedófilos do mundo. Agora a reportagem em vez de ajudar nessa discussão, denigre ainda mais a imagem do colégio que pelo visto tem um diretor autoritário e que se julga acima do bem e do mal só porque é padre. Aliás padres sempre tiveram problemas com sexualidade, por motivos óbvios. Precisamos acabar com essa hipocrisia, com "denuncismos" de "pedofilia" (maiores de 14 anos) onde não existe e orientar melhor esses alunos que, tenho certeza, devem ter mais experiências com sexo do que os seus pais.
    Quanto ao professor que se defenda na justiça por mais dor de cabeça que isso dê. E depois corra atrás do prejuízo.

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  24. Sinceramente,hoje em dia um menor de 14,15,16 anos sabe perfeitamente o que é uma relação sexual.Esse denuncismo por vezes é deveras hipócrita,oportunista e tendencioso.

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  25. A Secretaria Municipal de Educação do RJ recebe em média 20 denúncias por dia de casos de abusos e pedofilia contra professores da rede municipal. Todos os casos são apurados por meio de sindicância. Muita das vezes, na apuração, verifica-se que são denúncias provocadas por alunos ou pais que se sentem prejudicados pelo professor ou pela escola. A SME está atenta a isso.

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  26. Pelo visto esse padre não respeita os seus profissionais. Já que não pode mandar o padre embora, o colégio manda o professor. A coisa está tão perigosa nesse colégio que basta uma denúncia de forma leviana que o colégio manda embora. Cuidado professores que ficaram, amanhã pode ser com vocês...

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  27. O que dizer de uma reportagem dessas diante dos diversos depoimentos que lemos a seguir. Quero saber se depois de tudo terminado o colégio e o jornal vão se retratar caso não fique nada provado contra o professor.
    Denunciar sem prova só é crime quando não se consegue provar a denúncia.

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  28. Tudo isso é vergonhoso. Quando que esses "filhimnhos de papai", "burguesinhos", vão crescer? Porque para esse tipo de denúncia se fazem de coitadinhos e inocentes. Mas adoram uma orgia com drogas e bebedeiras. São uns oportunistas, isso sim. E bem de acordo com esse padre moralista.

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  29. Pais que fazem pressão na escola, sem querer apurar os fatos ou saber a verdade, são vítimas de uma educação que oprime. Consequentemente produzem filhos/alunos que reproduzem essa relação. Onde não há verdade não há transformação. Essa é a sociedade contemporânea avalizada por instituições religiosas preconceituosas, que pautam as suas relações pela culpa.

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  30. Pelo visto ninguém quis abafar o caso. Quiseram torná-lo público pela pior maneira possível: denegrindo um profissional pela mídia, que como estamos vendo, abusou do direito de noticiar inverdades. Pelo visto já julgaram o professor e o condenaram. É preciso seriedade no trato dessas questões, porque muitas situações estão envolvidas. Me parece que a hipocrisia reina nesse colégio. E mais ainda na cabeça desses pais, que realmente não conhecem seus filhos e o toque sutil de perversidade que existe em cada um.

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  31. No colégio ninguém pode comentar a saída do professor. Houve um comunicado das coordenações, acusando-o de forma velada, aos professores e aos alunos. A nós pais foi encaminhada uma circular do padre com meias palavras, mas deixando claro serem verdades as acusações. Faltou a defesa do professor que foi banido da comunidade escolar. Alunos foram "encorajados" pela direção a denunciar o professor. Qual o interesse nisso? O que está por trás disso tudo? Muita coisa ainda vai acontecer. Uma curiosidade: Num de seus comunicados o padre evoca o espírito dos antigos diretores já falecidos... Ou esse padre é inseguro ou é macumbeiro. Sinal dos tempos...

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  32. Impressionante como esse tema virou moda na mídia, causando uma certa sensação. Quem denuncia parece que tem um certo prazer nisso e quem noticia também. Essa questão deveria ser tratada com mais seriedade, principalmente num espaço de educação. Envolver MP, polícia, justiça, sem provas... ultrapassa o limite do bom senso.

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  33. O Ministério Público denunciou um ex-professor de teatro do Colégio São Vicente, do Rio, acusado, em 2010, de abuso sexual a alunos. Há pelo menos seis relatos.

    Fonte: O Globo

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  34. Aguardemos o final do processo...

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  35. A tentativa é de requentar o noticiário para criar comoção, dar uma satisfação a quem se preocupa em acusar, julgar e condenar antes de qualquer defesa. Querem ganhar o processo no grito. É o que causa uma nota dessa na mídia. Em vez da mídia noticiar de forma sensacionalista não seria melhor aguardar o final do processo, como lembrou o anônimo acima?

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  36. Sou professor e também passei por um episódio semelhante. Também trabalhava numa instituição renomada, católica, e fui acusado e processado por "pedofilia" porque troquei informações com uma aluna por e-mail e num desses eu a chamei carinhosamente de "meu amor". Os pais fizeram uma denúncia ao colégio e me processaram. Vivi 2 anos numa angústia assustadora, com depressão profunda, com minha família (mulher e filhos) arrasada e apreensiva. No julgamento consegui provar minha inocência por absoluta falta de provas. Na denúncia feita pela família eles disseram que eu perseguia a menina, ligava constantemente e a ameaçava. Não conseguiram provar nada porque não havia registro em lugar nenhum, a não ser "meu amor" em um dos e-mails. Por isso entendo a aflição porque passa esse professor porque quando se denuncia carrega-se nas tintas para incriminar e justificar a denúncia. A história é bem orientada e bem contada, que quem lê fica chocado. Se existem 6 relatos devem ser todos jeitosamente convincentes. Não desejo isso para ninguém.
    Mas graças a Deus saí dessa inteiro, recuperando minha imagem e minha dignidade. Lamento muito que essas coisas ainda aconteçam. Espero, sinceramente, que tudo se resolva da melhor maneira para o professor que segundo os relatos acima está sendo injustiçado.

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  37. A função do Ministério Público é mandar apurar toda a denúncia que seja, principalmente essa que chegou à mídia. Depois de apurado, dependendo dos fatos, o MP faz a denúncia propriamente dita e encaminha ao TJ que abre processo se achar conveniente. Portanto, a nota no jornal só noticia o que já era esperado. Não acrescenta nada. O mesmo jornalista que fez a matéria se encarregou de dar a nota.

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  38. Sou aluna do colégio e sinceramente os relatos não condizem com a imagem que tínhamos do professor. Já os alunos que relataram, a imagem deles é péssima dentro do colégio e é nítida a impressão de se fazerem de coitadinhos.

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  39. Concordo com a anônima acima e digo mais: além de coitadinhos, eles se fazem de heróis, batem no peito por serem responsáveis pela saída do professor.

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  40. É muito comum eles se sentirem assim, já que, conforme estamos lendo,foram incentivados a isso. É como os tais 15 minutos de fama... Falta limite nesse colégio.

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  41. Quem é esse Sávio, heim? Perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Quer aparecer dizendo que conhece o professor. Como tem gente querendo ficar famosa com a desgraça alheia. Vai trabalhar pra melhorar o mundo.

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  42. Esse é um dos maiores casos de irresponsabilidade praticados na educação. Como deixaram chegar a isso? Será que o espaço de educação não é suficiente para se averiguar as as denúncias? Pelo que estamos vendo o padre não quis apurar nada. É preciso provocar escândalos e acionar a justiça? Como um colégio tão tradicional como esse chega a esse ponto? Não pensaram na vida pessoal de todos os envolvidos? Somente uma escola com viés autoritário se permite a isso. Se sente incapaz de resolver os problemas pelo diálogo, pela educação. Que indivíduos esse colégio está formando para atuar de forma coletiva na sociedade? Que belo exemplo para nossos jovens... A mídia cumpre o papel dela, muitas vezes equivocada. Pelo o que a matéria diz o colégio municiou o jornalista com informações contarditórias, principalmente através do presidente da Associação de Pais. Pobre dos envolvidos, pobre educação religiosa, pobre mediocridade humana.

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  43. Todos caíram, de novo, no "conto do vigário". Desde 1983 que o padre conta o mesmo conto. Vigília nele, de novo.

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  44. Como fazer para padres pagarem pelo que fazem? Quando eles fazem m... nas suas congregações são mandados para Roma ou Paris "estudar" como prêmio de consolação. Esses caras teem que trabalhar como qualquer cidadão comum para entenderem o que é a relidade da vida. Casar, ter filhos... E não ficar fazendo isso as escondidas.

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  45. Meu filho estudou no São Vicente durante 11 anos, quatro deles participando ativamente do grupo de teatro. Mais do que notas brilhantes, ele se destacou pelo envolvimento nos projetos acadêmicos, sociais e me surpreendeu quando decidiu dedicar suas noites a dar aulas aos menos favorecidos. Sua maior alegria sempre foi a leitura dos textos de teatro, os ensaios e a apresentação no final do ano. Nunca mencionou nada que chegasse ao menos perto das escabrosas histórias que levaram à acusação do professor de teatro. Pelo contrário, contava da falta de diciplina e pouca seriedade de parte do grupo, e quanto injustiçados se sentiam aqueles outros que se empenhavam na busca de um resultado que surpreendesse suas famílias e amigos. Este episódio me deixou chocada, porque me fez perceber que este grupo não era apenas bagunceiro, mas capaz de manipular, transformar fofocas em verdades, inveja em vingança, e levar um professor com tantos anos de carreira à tamanha exposição. Quais os fatos concretos no relato destes jovens que sempre mostraram desempenho escolar abaixo da média? me digam, por favor!!! e estas famílias que expuseram seus filhos ao que parece ser uma farsa? sim porque o meu filho não faltou a um ensaio, participou de todas as leituras de textos, teve papéis em todas as apresentações do teatro e nunca viu ou desconfiou de nenhuma atitude deste professor. À ele eu só tenho a agradecer por ter ajudado o meu filho a estar buscando sempre o conhecimento, a ética, a correção. Não ä toa, ele continua a brilhar na sua escolha profissional!

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  46. Concordo com o anônimo acima. Meu filho foi seu aluno não de teatro, mas de mídia e ele sempre chegava em casa encantado com as aulas/debates que o professor promovia. Sua visão crítica sempre polemizando temas da atualidade principalmente os temas midiáticos. Possuidor de uma cultura bem ampla estimulou meu filho a pensar e a se posicionar diante da vida. O caminho que ele seguiu na comunicação e sua procura pelo conhecimento posso creditar a essas aulas. Me assusta muito o desrespeito com que ele foi tratado pelo colégio e toda comunidade escolar que admitiu uma única verdade, aquela que o padre ouviu dos alunos, desconsiderando as tantas outras verdades contrárias que estão sendo expostas aqui e que começam a aparecer. Que Deus tenha um olhar diferenciado para esse professor nesse momento difícil. O mesmo Deus dos padres do colégio.

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  47. Instituições religiosas sempre tiveram poder no Poder. Colégios católicos sempre conseguiram incentivos fiscais através de "certificados de utilidade pública" pra não recolher impostos. O que é o caso desse colégio e de tantos outros, que agora teem que se virar para convencer o governo que fazem "filantropia"...

    Essa é a realidade que vivemos: "dupla filantropia" com dinheiro dos pais e dos impostos não recolhidos ao governo. Pelo tipo de relação que estabelece com seus profissionais e a verdade, imagino como comprovam essa "filantropia"...

    Instituições religiosas sempre influenciaram o Poder, haja visto as bancadas evangélicas e católicas na política brasileira. Além de conservadores, não adimitem o avanço da sociedade com seu preconceito.

    Escândalos como esses são promovidos todos os dias. A sociedade precisa reagir contra os crimes sexuais, mas também ir em busca da verdade onde os crimes não passam de ilações.

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  48. Quem é esse Sávio?... Ele é tocador de Tuba na orquestra...

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  49. Crianças mentem e muito... Sugiro a leitura do livro: "Falsas Acusações de Abuso Sexual - O Outro Lado da História", de Adriana Cavaggioni, Andreia Calçada e Lucia Neri. Um apanhado bem amplo e sério sobre crianças e jovens que se "vitimizam" para chamar a atenção dos pais.

    Antes que alguém diga que defendo a pedofilia, leia com atenção para qualificar o debate. A inteligência agradece.

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  50. Li um artigo sobre esse livro nesse mesmo blog. Muito bom, porque fala como os pais usam as crianças na disputa pela sua guarda com acusações de abuso sexual. Tem que levar esse debate para o Ministério Público.

    Sávio, tocador de Tuba? Hahahahaha!

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  51. Assim como na vida, a igreja está impregnada de bons e maus religiosos. Nesse colégio, pelo visto, se produzem bons e maus caráter. Aos poucos a verdade vai aparecendo e creio que o professor vai poder se livrar de vez desse infortúnio.
    E o padre, em que categoria dentro dessa igreja ele se encontra?

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  52. Leiam também "Infâmia" de Ana Maria Machado. Uma boa referência para casos como esses.

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  53. A sociedade precisa reagir a essa banalização. Quanto de tempo e dinheiro não se gasta com denúncias como essas que pelo que parece não tem fundamento. Parece que o Ministério Público não tem o que fazer.

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  54. Caso de pedofilia? Quanta ignorância.

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  55. No colégio os alunos estão comentando que foi vingança dos alunos.

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  56. Pelo visto mais de um ano se passou desde a maldosa denúncia contra o professor. E nada está sendo provado.

    Porque os pais dos outros alunos não cobram mais seriedade desse diretor, dessa coordenação e da associação de pais? Desse jeito pagam as mensalidades para que seus filhos convivam com a hipocrisia e a inverdade.

    E essa "filantropia"?

    Esses alunos precisam também serem responsabilizados por tudo isso junto com seus pais.Pelo que se ouve e se lê se vitimizaram alegando até tentativa de suicídio.

    Pelo visto está tudo errado nesse colégio. Quando vão ter a humildade de reconhecer e consertar? A não ser que ainda queiram prejudicar mais a vida das pessoas.

    Em tempo: deveriam contratar esse Sávio para tocar "tuba" na porta da igreja do colégio. Formam uma dupla e tanto. Mas o que dizem é que ele não gosta de trabalhar...

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  57. O processo está em andamento, a justiça é lenta, aguarde.

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  58. Nao entendo como vcs tem tanta certeza que a denuncia foi maldosa e que esses jovens estao mentindo... Parem de fazer afirmacoes sem saber o minimo do que aconteceu, se for mentira, os jovens serao repreendidos, mas ninguem pode assumir isso tudo ate agora, pra isso que serve a justica e a apuracao dos fatos

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O texto do leitor pode ser eventualmente promovido a post. Comentário escrito só com letras maiúsculas e trollagem serão deletados.

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