Quando se trata de ritos igualmente cruéis da parte de índios brasileiros, não há nenhum estranhamento e é apresentado como normal, sem questionamentos, na maioria dos casos.
O Fantástico de ontem mostrou o sofrimento dos adolescentes dos sateré-mawé, da região amazônica, por ocasião do rito de passagem.
Eles têm de enfiar as mãos dentro de uma luvas de palha para ser picados por 15 minutos por formigas gigantes, as tucandeiras, que ficam com as cabeças do lado de fora e os ferrões para dentro. Antes de começar a cerimônia, as formigas são irritadas com baforadas de tabaco.
As imagens mostraram os garotos com expressão de dor, esforçando-se para não chorar. O sofrimento das ferroadas piora depois que as mãos são retiradas das luvas.
O índio Lúcio Ferreira Dias explicou que o menino que não resistir às tucandeiras demonstrará fraqueza e o seu corpo ficará sem proteção para o resto da vida.
Para obter a imunidade, o rapaz tem de ser submetidos ao rito 20 vezes em diferentes ocasiões durante até cinco anos. Menos do que isso, disse Dias, as tucandeiras perseguirão os infelizes pelo resto da vida. “Os velhos dizem que a tucandeira é uma mulher bonita que aparece no sonho [do garoto] comendo a comida que não é mais daqui da terra, e ele adoece.”
Pelo relativismo cultural, que se impregnou na imprensa a partir dos acadêmicos, ninguém deve se meter em coisas dos índios (ainda que estejam aculturados), como esse rito de passagem ou como o caso da criança que os Cinta-Larga iam “devolver à natureza” (leia-se jogar no precipício) por ter síndrome de Down.
É como se a crendice fosse -- e tem sido -- uma justificativa para a barbárie.
Pelo relativismo cultural, que se impregnou na imprensa a partir dos acadêmicos, ninguém deve se meter em coisas dos índios (ainda que estejam aculturados), como esse rito de passagem ou como o caso da criança que os Cinta-Larga iam “devolver à natureza” (leia-se jogar no precipício) por ter síndrome de Down.
É como se a crendice fosse -- e tem sido -- uma justificativa para a barbárie.
Com informação do Fantástico.
> Finalizada a adoção do menino com Down que os índios iam matar.
junho de 2010
junho de 2010

Lamentável e ridícula esta crendice tosca!
ResponderExcluirnossa que coisa mais ridicula suportar picadas de formigas pra se tornarem homens nada a ver isso
ResponderExcluirNão entendo como o pífio governo brasileiro permite que essas tribus mantenham entre si, costumes primitivos com esse grau elevadíssimo de barbárie.
ResponderExcluirVi a resportagem na Globo e chocado vi como o menino chorava de dor.
Isso é cultura ? Para o Lula talvez seja.
Permitir esse costume leva o Brasil a que ? Esse índio precisa entrar pra sociedade, estudar, adquirir conhecimentos, progredir na vida. Não ser escravo de um costume pré-histórico.
É in-di-gnan-te isso.
A vontade é a de colocar a cara do ministro da Cultura num formigueiro com essas formigas gigantes.
Bruto !!! Tosco !!!! Animalizado !!!
Eu acho q ome q e ome tenq suporta msm ! ! ! Eu passei por esse ritoal ai e doidimais !!!
ResponderExcluirMelhor isso do que aquele ritual de matar baleias na irlanda -.-' pelo menos isso faz o moleke virar mais homem do que matar outro ser vivo
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