No Irã, sair com cão na rua poderá ser ofensa a Maomé



Legisladores conservadores do Irã apresentaram projeto de lei que, se aprovado, passará a considerar como ofensa a Maomé levar cachorro para passear em lugar público, como ruas e praças. No caso, o dono do animal terá de pagar multa ao equivalente a R$ 800 a R$ 8.000 ou levar 74 chibatadas.

Um grupo mais radical quer proibir a posse do animal.

Para o Islã, o cachorro é um animal impuro. Algumas raças do animal são consideradas demoníacas, embora as duas citações sobre cachorro no Corão não sejam negativas.

Para muçulmanos, 
cachorro é considerado
 animal impuro
Contudo, na interpretação de muçulmanos mais conservadores, os cães são malditos porque, em uma oportunidade, o anjo Gabriel não encontrou Maomé porque um filhote de cachorro tinha estado na casa do profeta.

O anjo Gabriel teria dito: “Nós anjos não entramos em uma casa em que há um cachorro ou uma foto”.

Entre os ditos esparsos de Maomé, há um em que o profeta teria ordenado a matança de cães, mas a credibilidade de tal ordem é contestada por estudiosos do islamismo.

O projeto de lei ressaltou que, além de ser “contra a cultura islâmica”, passear com cachorro e macaco em lugares públicos é prejudicial à saúde.

Antes da elaboração do projeto, a Polícia Moral do Irã já vinha pressionando donos de cães a entregá-los para sacrifício.

No Irã, quem tem cachorro é uma minoria, constituída principalmente de pessoas ricas.

Com informação das agências e deste site.





Cães e seus donos são vítimas da fé de muçulmanos