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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

No Irã, sair com cão na rua poderá ser ofensa a Maomé

Para muçulmanos, 
cachorro é considerado
 animal impuro
Legisladores conservadores do Irã apresentaram projeto de lei que, se aprovado, passará a considerar como ofensa a Maomé levar cachorro para passear em lugar público, como ruas e praças. No caso, o dono do animal terá de pagar multa ao equivalente a R$ 800 a R$ 8.000 ou levar 74 chibatadas.

Um grupo mais radical quer proibir a posse do animal.

Para o Islã, o cachorro é um animal impuro. Algumas raças do animal são consideradas demoníacas, embora as duas citações sobre cachorro no Corão não sejam negativas.

Contudo, na interpretação de muçulmanos mais conservadores, os cães são malditos porque, em uma oportunidade, o anjo Gabriel não encontrou Maomé porque um filhote de cachorro tinha estado na casa do profeta.

O anjo Gabriel teria dito: “Nós anjos não entramos em uma casa em que há um cachorro ou uma foto”.

Entre os ditos esparsos de Maomé, há um em que o profeta teria ordenado a matança de cães, mas a credibilidade de tal ordem é contestada por estudiosos do islamismo.

O projeto de lei ressaltou que, além de ser “contra a cultura islâmica”, passear com cachorro e macaco em lugares públicos é prejudicial à saúde.

Antes da elaboração do projeto, a Polícia Moral do Irã já vinha pressionando donos de cães a entregá-los para sacrifício.

No Irã, quem tem cachorro é uma minoria, constituída principalmente de pessoas ricas.

Com informação das agências e deste site.





Cães e seus donos são vítimas da fé de muçulmanos
março de 2012
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