O processo de adoção de Antônio (foto) por uma família de Cuiabá, Mato Grosso, terminou em fevereiro – informação agora liberada.
Antônio é alegre, como todas as crianças, mas, como poucas, é surdo e mudo e tem problemas nos pulmões e síndrome de Down.
Ele ia ser “devolvido para natureza” pela tribo dos Cinta-Larga, dos quais é filho.
Ou seja, em bom português, os índios iam matá-lo porque, pela crença dos Cinta-Larga, criança com problemas de saúde traz desgraça para a tribo.
Antônio só não foi jogado no fundo de um penhasco porque a sua mãe biológica teve a coragem de se opor à tradição e o entregou à Funai para adoção, há quatro anos.
Para a família que o adotou, Antônio só trouxe alegria. E muito trabalho, é verdade, porque criança com Down exige paciência e dedicação.
Beatriz Pietro Melo, a mãe adotiva, está com Antônio desde os seus três meses de vida, com a autorização da Justiça.
“Foi amor à primeira vista”, disse Beatriz, que já é mãe de meninas.
A sua irmã adotiva Verônica afirmou que o indiozinho se comunica muito bem. “Ele encanta todo mundo.”
Beatriz se sente realizada.
“É gostoso dedicar tempo e carinho a ele. Ele me preenche a vontade de fazer algo pelo mundo.”
Com informações da TV Centro América.
> Mãe britânica faz campanha para que filho com Down tenha sexo.
março de 2009
Os índios querem viver como os brancos. Querem tv, computador, celular, roupa de grife, cama macia etc.
ResponderExcluirTudo bem. É uma opção deles.
Mas o gozado é que, quando nasce uma criança doente, eles logo recuperam a tradição para se livrar dela.
E tem "homens brancos" que defendem esse tipo de coisa, em respeito à cultura indígena. Talvez porque eles também não gostariam de ficar com criança doente.
Parabéns Paulo Lopes, por nos apresentar uma notícia do bem e do amor!
ResponderExcluirEstão de Parabéns pela prática do bem a Mãe natural do indiozinho que teve uma coragem imensa de enfrentar a tribo.
O amor supera o medo e defende a Vida.
E também está de Parabéns a família que adotou o menino.
O amor não tem fronteiras. O amor abre mão de seus próprios interesses, privilégios, comodidades, seu tempo, para ajudar e fazer o bem ao próximo e ao mundo.
Veja a frase da mãe adotiva sobre o menino "Ele me preenche a vontade de fazer algo pelo mundo".
No mundo atual há muita indiferença e pouca motivação para fazer o bem, outros acham que é obrigação e de pouco valor, mas ao mesmo tempo não praticam, ou pouco fazem, e as carências existentes são enormes.
O Bem e o Amor são contagiosos, e devem ser divulgados de forma a incentivar as pessoas para que também pratiquem o bem.
Parabéns para essa mãe, que coisa mais bonita!
ResponderExcluirAlguns criticam o processo de civilização que foi tentado realizar junto aos índios.
ResponderExcluirTem suas razões.
Mas o fato é que sem civilização temos a barbárie.
Quando se tenta apagar os elementos civilizadores de nossa sociedade, em nome da liberdade e independência sem limites, acho que temos um alerta para o retorno ao tempo dos bárbaros.
ResponderExcluirTenho nojo daqueles que dizem que não há culturas iferiores, daqueles que Vêm com falácias pseudocientíficas como: especismo, relativismo cultural, etnocentrismo. Papo mais comunista. Sejamos mais realistas. Não se deve respeitar uma tradição que manda matar uma criança doente, ou uma cultura que acha natural uma criança de dois anos fumar ou ainda aqueles idiotas que cuidam de cachorros na rua.
ResponderExcluirAbaixo a hipocrisia: etnocentrismo é falácia, existem sim, culturas superiores.
Algumas civilizações antigas sacrificavam seus filhos, crianças inocentes, indefesas, uma covardia, uma barbárie. Milhões de crianças foram sacrificados
ResponderExcluirAlgumas civilizações lembram o período paleolítico (pré-civilização), com culturas excludentes para os doentes e deficientes, de preferível crianças, para eliminar problemas por muitos anos.
Mas as civilizações modernas evoluiram e até mesmo os animais e as plantas possuem proteção. Matar tartarugas, cortar árvores dá prisão, multas elevadas, etc.
Isto é a evolução da sociedade.
Pena que nestas civilizações modernas, com tanta sensibilidade para proteger a vida dos seres mais simples, e possui horror consciente em relação aos povos do paleolítico, a contradição seja mais elevada.
Vejam que estas civilizações modernas e sensíveis, estão pouco a pouco tentando restaurar a babárie por meio da morte por aborto de seus próprios filhos, crianças ainda mais inocentes, ainda mais pequenas, ainda mais indefesas, pois sequer tem para onde fugir ou alguém proteger.
E por meio de técnicas refinadas a barbárie é executada. E o número de abortos passa dos muitos milhões por ano, talvez em apenas 1 ano matem mais crianças que civilizações inteiras, durante séculos não conseguiram matar em seus rituais.
E os motivos não são rituais e crenças paleolíticas de 5000 anos atras, mas vaidades, libertinagens, irresponsabilidades, orgulhos, egoísmos, estas "virtudes" que o mundo moderno individualista transformou em novo modo de culto, crença e ritual.
O problema é que agora a civilização moderna tão consciente e crítica dos erros dos povos antigos, tão sensível a cada detalhe rico da vida de qualquer ser, tão consciente da dignidade e direito de cada ser, faz passeatas por tartarugas, papagaios, ipês, e despreza os próprios filhos, carne da nossa carne, sangue do nosso sangue.
Evoluimos tanto, ficamos mais incoerentes e mais hipócritas.
Ficamos muito mais covardes e muito mais bárbaros.
ResponderExcluirE tem muitos intelectuais modernos, pessoas estudadas, que cantam em verso e prosa nossa evolução, nossa superação dos tempos passados, a conquista da liberdade para até poder matar o semelhante em seus próprios interesses.
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