Pular para o conteúdo principal

Postagens

Semp Toshiba mostra em anúncio a mulher como promíscua

Anúncio preconceituoso Cinquenta meses é a duração da garantia que a Semp Toshiba dá aos seus televisores sem “cobrar nada por isso”. De acordo com anúncio acima da fabricante de aparelhos de tv, durante esse mesmo tempo, na ausência do marido, uma mulher pode ter dois filhos, um deles com o Ricardão, o  “comedor” do anedotário brasileiro. “Cinquenta meses é muito tempo”, diz uma mulher com sotaque japonês na volta do marido, também de traços orientais, ao apresentar os dois filhos que teve com amantes. Embora vista quimono, vestuário que não se usa aqui e muito pouco atualmente no Japão, o episódio produzido pela Talent Propaganda ocorre no Brasil, conforme deixa claro a referência ao “Ricardão”. Com a aprovação da Semp Toshiba, 30 segundos foram o tempo necessário para que a Talent caracterizasse a mulher como promíscua. Ela passou a ter casos assim que o marido saiu de casa em circunstâncias não esclarecidas pelo anúncio. Além disso, a agência recorreu ao clichê, que ...

Embaixador de Gana faz acordo e se livra de acusação de assédio

A última vez que a secretária Helen Adewonuola, 40, nigeriana naturalizada brasileira, fez sexo com Samuel Kofi Dadey (foto), 59, embaixador de Gana no Brasil e seu chefe direto, foi em dezembro de 2008. No total, segundo ela, houve quatro relacionamentos sexuais sob a ameaça de demissão, caso resistisse. O caso foi parar na polícia e na Justiça e a secretária, demitida. Agora, o embaixador pagou a Helen R$ 45 mil em um acordo para que ela desistisse na Justiça da acusação de assédio sexual e moral. Helen contou que em janeiro de 2009 registrou na Polícia Civil do Distrito Federal queixa contra o embaixador. Em fevereiro de 2009, após uma conversa do marido dela com Dadey, ela retirou a queixa criminal e manteve seu emprego na embaixada de Gana em Brasília. Em 2010, ela moveu contra o embaixador ação por danos morais. Em julho, ela foi demitida após ter relatado o assédio à Folha de S.Paulo. Na ocasião, o jornal procurou a embaixador para que desse a sua versão. Ex-colônia do ...

Quem diz não gostar de dinheiro é geralmente falsa santidade

Título original: Patético por Luiz Felipe Pondé para Folha Quando não ter nada é fácil dizer que não dá valor a nada O que é mais importante na vida: ter ou ser? O que adianta ganhar o mundo e perder a alma? Para aqueles que não creem na alma, pode ser uma boa, não? Se a vida não tiver sentido, quero passá-la num hotel cinco estrelas com uma mulher bonita do lado. E elas são caras. Amaldiçoados somos todos nós, mas é melhor ser infeliz com grana. Sou do time de Nelson Rodrigues (em tudo): dinheiro só compra amor verdadeiro. Uma forma fácil de você fingir que é legal é passar por alguém "superior" ao dinheiro. Eu, que sou um miserável mortal, confesso: adoro dinheiro. E confio mais em quem confessa que faria (quase tudo) por dinheiro. Desconfio de quem diz não dar valor ao dinheiro. Normalmente se trata de uma falsa santidade. Os cínicos costumam dizer que perder a alma pode ser divertido se você tiver bastante grana. Outros afirmam que só quem pode compr...

Malafaia divulga mensagem homofóbica em outdoors do Rio

Vídeo contra obesidade infantil compara hambúrguer à cocaína

Os pais que alimentam os filhos com hambúrguer é como se estivessem dando-lhes cocaína, viciando-os. Essa é a mensagem do vídeo acima produzido pela agência australiana The Precinct Studios, em uma campanha contra a obesidade infantil para as redes sociais. Setores da indústria de alimentação afirmam que a campanha exagera. Henry Motteram, diretor da agência, acredita que conseguiu deixar claro, no vídeo, que a culpa de as crianças estarem cada vez mais obesas é dos pais. Na Austrália, uma em quatro crianças está obesa ou, no mínimo, acima do peso ideal. Alimento não saudável vicia como a cocaína, diz estudo.  março de 2010

Internet vende remédio tarja preta usado como droga em balada

Anvisa diz que vigia, mas há dezenas de oferta Um medicamento tarja preta usado como droga nas baladas, principalmente em São Paulo, pode ser adquirido com facilidade pela internet. Trata-se da Ritalina, prescrito para quem sofre de déficit de atenção e hiperatividade. A sua base é o metilfenidato, que atua no sistema nervoso central. Embora a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informe que tem impedido a venda do medicamento pela internet, pequisa no Google com as palavras-chaves “vendo Ritalina” indica a existência de dezenas de páginas com o medicamento disponível. Em um dos primeiros delas, na busca, uma pessoa diz ter a Ritalina “para quem precisa e gosta”. Várias dessas páginas destacam a informação de que, para a venda, “não é preciso receita médica”. Uma delas garante “embalagem discreta, compra sigilosa e a entrega é via Sedex”. Nesta mesma página, a preços do ano passado, uma caixa de Ritalina com 60 comprimidos de 10mg sai por R$ 50. Há outras opçõ...