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Roberto Corrêa Chem, vítima do voo AF 447

 O cirurgião plástico Roberto Correa Chem (foto), 65, era diretor do banco de peles do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. No avião, ele estava com a mulher, Vera (63) e a filha, Letícia (36) de férias a caminho da Grécia. Os Chem deixaram uma filha (que está grávida), um filho (o médico Eduardo) e dois netos, um de 8 anos e outro de um. A foto é do arquivo pessoal da família. > Vítimas brasileiras.    >  Mais sobre o voo.

Hilton Jadir Silveira de Souza, vítima do voo AF 447

Hilton Jadir Silveira de Souza (foto) , 50, era engenheiro da Petrobras. Ele viajava para Alemanha a serviço. A foto é reprodução de imagem da TV Globo. > Vítimas brasileiras.    >  Mais sobre o voo.

Deise Possamai, vítima do voo AF 447

Deise Possamai (foto), 34, era funcionária concursada da prefeitura de Criciúma (Santa Catarina) havia nove anos. Desde 2000, era advogada de tributos da prefeitura. Ela nasceu em Nova Veneza, cidade fundada por imigrantes italianos que hoje tem 13 mil habitantes e fica a 220 km da capital, Florianópolis. Deise estava a caminho da Itália onde ia ficar por dois anos para estudar direito e italiano. Dois dias antes do embarque, ela deu uma festa de despedidas a parentes e amigos. Ela foi casada com Hercílio. Um dos motivos da separação teria sido o desejo dele de ter filhos e o dela, de viajar pelo mundo. Nunca deixaram de ser amigos. Ante do embarque, no domingo, ela ligou para dona Jucela, sua mãe, para dizer que estava tudo bem. Deise estava feliz porque ia realizar um sonho o qual tinha planejado por dois anos. Mas a mãe estava preocupada. Conforme a revista Época apurou, ela tinha sonhado com um caixão e muita água, mas não conseguia ver o rosto de que...

Juliana Ferreira Braga de Aquino, vítima do voo AF 447

Juliana de Aquino (no vídeo abaixo), 29, era cantora e morava havia seis anos na Alemanha. Ela tinha vindo ao Brasil para visitar em Brasília pais e amigos. Ficou 20 dias. Ela foi estudante de canto na UnB (Universidade de Brasília). No ano passado, foi a Maria Madalena em Jesus Christ Superstar, musical promovida na Áustria. Atualmente, fazia parte do musical Wicked, em Stuttgard. No Brasil, era pouco conhecida, embora tivesse talento temperado por uma voz suave e afinada. Antes de o avião decolar, ela ligou para o pai para dizer dizer que estava tudo bem. > Vítimas brasileiras.    >  Mais sobre o voo.

Adriana Francisco Sluijs, vítima do voo AF 447

Adriana Francisco Sluijs (foto), 40, era jornalista e trabalhava na área de comunicação corporativa internacional da Petrobras. Sua viagem tinha sido a trabalho. De Paris, ele seguiria para a Coreia do Sul. Ela não gostava de viajar de avião, sempre ficava tensa, e adiou o voo. Era para ter embarcado cinco dias antes. CULTO – atualização em 6/6/2009 Na tarde de sábado (6), a família e amigos de Adriana participaram de um culto no Instituto Metodista Bennett, no Flamengo, Rio, em homenagem à jornalista. Compareceram cerca de 200 pessoas. Maarten Van Sluijs disse que não tinha mais esperança de que a irmã estivesse viva. “Acho que ela está em um lugar muito bom. Era uma pessoa alegre.” CORPOS – atualização em 12/6/2009 A exemplo de outros parentes de vítimas, Maarten Van Sluijs (foto) foi para Recife, que é para onde estão sendo mandados os corpos encontrados no Atlântico. Nesta sexta ele se queixou do tratamento das autoridades. “Ficamos na rua, andando sob a chuva, e ...

Se for em busca de religião, evite aquelas que têm menos de mil anos

Título original: Uivando para a Lua por Luiz Felipe Pondé para Folha Não sou contra a religião. Ser religioso não implica ser menos inteligente, informado ou ético. Tem muita gente "inteligente" que comete erros ridículos como esse. Nem todo religioso uiva para a Lua. Tampouco os religiosos detêm o monopólio do apetite por matar seus semelhantes. Religiosos ou não, gostamos de matar e odiar. O século 20 destruiu qualquer ilusão quanto à doçura ou autocrítica dos ateus ou dos que creem na "história" ou na ciência. Mas de fato há riscos específicos na crença religiosa, ainda mais em tempos de indústria cultural. Caro leitor, caso queira buscar uma religião, evite aquelas que têm menos de mil anos. Em matéria de religião, quanto mais velha, melhor. Outra coisa: se passou pela Califórnia, a chance de a religião ficar boba aumenta muito. Mas existem umas "novas" religiões por aí, que Deus me perdoe. Pegue o exemplo do tal neopaganismo da deusa-mãe. Pess...