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Na Índia, muçulmanos matam a facadas militante ateu


Quatro homens mataram a facadas na noite de quinta-feira (16 de março de 2017) H. Farook (foto), 31, em Coimbatore, na Índia.

Farook fazia parte de
movimento que divulga
o racionalismo
Farook sofreu perfurações no estômago e pescoço.

A polícia disse que as mensagens antirreligiosas de Farook no Facebook e em um grupo do WhatsApp foram a causa do assassinato.

“Os sentimentos antimuçulmanos de Farook irritaram as pessoas”, disse S. Saravanan, comissário de polícia.

Ateu, a vítima estava filiada ao movimento Dravidar Viduthalai Kazhagam, que defende o racionalismo, autorrespeito, direitos das mulheres e o fim do sistema de castas.

De acordo com a polícia, o corretor de imóveis M. Ansath se apresentou à Justiça assumindo a responsabilidade pelo crime. Ele é muçulmano.

Na Índia, os muçulmanos estão se expandindo rapidamente e já são cerca de 180 milhões.

Os ateus são pouquíssimos. Correspondem a 0,0027% da população de 1,2 bilhão de pessoas.

Com informação do Times of India e de outras fontes e foto de divulgação.

Envio de correção.


Carta aberta pede 'basta' à morte de ateus em Bangladesh


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Editor deste site
Paulo Lopes é jornalista
Trabalhou no jornal 
abolicionista Diario Popular, 
Folha de S.Paulo, revistas da
Editora Abril e em outras 
 publicações. 
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