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Polícia prende mulher condenada por abusar de duas meninas

A polícia prendeu na sexta (19) Maria Cristina Maiorino de Moraes (foto), 49. Ela foi condenada a 11 anos de prisão por atentado violento ao pudor.  Os policiais pegaram-na em um estacionamento de um banco em Joinville, em Santa Catarina. Maria Cristina tinha sido denunciada pelo MPE (Ministério Público Estadual) de abuso sexual em duas meninas (uma de dois e outra de três anos) na creche onde trabalhava como auxiliar, naquela cidade,  entre os meses de fevereiro e abril de 2003. De acordo com a denúncia, ela se aproveitava do horário do sono das crianças para lhes “fazer cócegas e matar bichinhos” na genitália. O crime foi descoberto pelas mães das crianças e levado ao conhecimento da Delegacia de Proteção à Mulher, Criança e Adolescente e do MPE. Maria Cristina sempre afirmou ser inocente, mas uma psicóloga da delegacia obteve de uma menina um relato detalhado e objetivo sobre o abuso cometido pela “Tia Cris”. Na época, a mulher chegou a ser presa preventivament...

Woods afirma estar arrependido de ter traído sua mulher

O golfista e a sua mulher Elin Considerado como o melhor golfista do mundo na atualidade, Tiger Woods (foto), que estava sumido desde dezembro, confessou ontem de público o que tem sido amplamente divulgado pela imprensa norte-americana. “Fui infiel, tive relação extraconjugais, enganei (a minha mulher)”, disse. “Estou profundamente arrependido.” A sua mulher, a bela sueca Elin Nordegren (foto), não compareceu ao pronunciamento do golfista que foi acompanhado por mais de 40 pessoas, entre as quais a mãe dele. A expectativa agora é se Elin vai perdoá-lo. Certamente não vai ser fácil para ela, porque mais de 12 mulheres afirmaram que tiveram sexo com Woods. Uma mensagem do atleta gravada na caixa postal de uma suposta amante se transformou em hit no Youtube, com mais de um milhão de acessos. De acordo com um jornal, o golfista teria pago US$ 60 mil pelos serviços de uma prostituta. Embora tenha admitido que foi “irresponsável e egoísta”, Woods tem uma boa justificativa ...

Livro na Índia mostra Jesus com cigarro e cerveja nas mãos

I lustração  fere sentimentos dos  católicos, diz Igreja A Arquidiocese de Mumbai pediu ao governo da Índia a proibição do livro no qual aparece Jesus Cristo fumando e com uma latinha de cerveja. “Essa ilustração fere os sentimentos dos católicos e representa uma falta de respeito”, disse Anthony Charanghat, porta voz da arquidiocese. Editada pela Skyline Publication, o livro se destina aos estudantes do primário do estado de Meghalaya, no nordeste do país. No estado, a fé cristã é majoritária, informa a agência Efe. A Conferência Episcopal da Índia determinou que os livros da editora não sejam adotados pelos colégios católicos. CONFISCO - atualização em 20/2/2010 Autoridades de Meghalaya anunciaram o confisco de todos os exemplares do livro. Amparenn Lyngdoh, secretária de Educação, disse: "Estou chocada com essa representação de Cristo". Até agora, ninguém em nome da editora explicou o motivo pelo qual Cristo foi apresentado de tal forma. ...

Escultura consegue desagradar a muçulmanos, católicos e judeus

Nome da obra é 'Escadaria para o Paraíso'   A escultura se chama "Escadaria para o Paraíso": sobre um muçulmano agachado segurando o Alcorão há um padre com uma Bíblia e sobre este, um rabino com a Torá. A primeira crítica à obra do espanhol Eugenio Merino foi da embaixada em Madri de Israel, que ressaltou em nota: “Trata-se de uma ofensa aos judeus”. A nota se referia também a outra obra do mesmo artista, a qual foi colocada do lado da “Escadaria”, na feira de arte contemporânea de Madri, a Arco 2010. Trata-se da escultura que une uma metralhadora Uzi, usada pelo exército israelense, a um candelabro do ritual judaico, o menorá. Para a embaixada, as duas esculturas tentam passar “uma mensagem cheia de preconceitos e estereótipos.” A Igreja Católica da Espanha também emitiu nota de repúdio: “[A obra] é uma provocação blasfema absolutamente desnecessária”. Muçulmanos também reclamaram, dizendo que se trata de uma ofensa ao Islã. Merino respondeu que ...

‘Tomem chá de ayahuasca, mas sabendo que é uma droga’

da leitora Fernanda Açucena "Ganhei enxaquecas,  quase perdi meu  filho em gestação" Fiz parte da UDV [União do Vegetal] por três anos e este é o maior arrependimento da minha vida. Fiquei lá me esforçando pra acreditar que estava em um bom lugar, porque meu marido (na época, namorado) dizia que eu teria que ir. Como estava apaixonada, fazia tudo por ele. No entanto, ganhei fortes enxaquecas, choques na cabeça (constantes), quase perdi meu filho aos seis meses de gestação, pois depois de beber o chá de ayahuasca (isso aconteceu várias vezes) tinha fortes contrações. Perdi sangue. Prestes a dar a luz e depois de 24 horas de trabalho de parto, fui obrigada pelo mestre do núcleo a beber o chá. Não tive escolha. Depois que saí do núcleo, todos os meus problemas acabaram. Nunca tive mais dor de cabeça ou dor alguma, acabaram-se as depressões, as angústias. E olha que eu acreditava naquilo, defendia até. Quando saí percebi o tamanho da lavagem cerebral que fizer...

Empresário é condenado a indenizar e a reconhecer filho

da assessoria de imprensa do TJ-GO A juíza Rozana Fernandes Camapum, da 1ª Vara de Família, Sucessões e Cível, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, condenou o empresário J. M. M. a pagar indenização de R$ 150 mil a seu filho R.R.C, de 34 anos, por danos morais. Apesar de se portar como pai de R., pagando suas despesas e chamando-o de filho, o empresário se recusou a registrá-lo filho, além de não se submeter a um exame de DNA. Rozana determinou também que o empresário pague pensão alimentícia no valor de dez salários mínimos por mês a R. O rapaz ficou incapacidade para o trabalho depois de um acidente de carro. J. M. M. é sócio de duas empresas de ônibus e dono de fazendas e imóveis. O empresário deixou de ter contato com o filho quando este pediu na Justiça o reconhecimento de paternidade. Embora soubesse da invalidez do filho, ele cancelou a pensão de R$ 5 mil que até então pagava espontaneamente, para pressioná-lo a não reivindicar o reconhecimento paterno. Para a...