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Minc critica Igreja Católica por ser contra a lei que pune a homofobia

Ao participar da instalação no Rio de um conselho dos direitos da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), o ministro Carlos Minc (foto), do Meio Ambiente, criticou a Igreja Católica. Disse: “Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?” Para o ministro, a Igreja erra “feio” a criticar o uso da camisinha. “Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes?” Até agora, a hierarquia da igreja ainda não se manifestou. Minc e o seu colega José Gomes Temporão (da Saúde) são os dois ministros que criticam abertamente o conservadorismo dos católicos. > Bispo suspende padre que defende uso da camisinha . (fevereiro de 2009)

Mãe deixa filha com credor como garantia de dívida de R$ 1.300

Ivani (nome fictício) tem vida difícil: é prostituta com seis filhos pequenos para alimentar e o seu companheiro está foragido porque é suspeito de um homicídio. Ela vinha ficando pouco tempo com as crianças por causa do seu trabalho, mas é uma mãe carinhosa, não as maltrata, não bate. Mas agora Ivani perdeu a guarda das crianças e vai ter de responder a processo por ter entregue a sua filha de três anos, a caçula, ao dono da casa em que mora (ou morou) como garantia de que vai pagar uma dívida de R$ 1.300 de aluguel. A mulher mora em Timbó, no Vale do Itajaí, Santa Catarina. A cidade tem 33 mil habitantes e fica a 170 km da capital, Florianópolis. A menina foi resgatada na terça (12) em Itajaí, cidade que fica a 77 km de Timbó. Ela ficou 9 dias com o homem. O caso foi noticiado pelo Jornal de Santa Catarina, que não informou o que vai ocorrer com o homem que aceitou a menina como garantia. A polícia ficou de ouvi-lo. A menina foi encaminhada um abrigo para onde o Conselho Tu...

Mulher chefe persegue mais as funcionárias, revela pesquisa

Chefes do tipo malvado perseguem igualmente funcionários e funcionárias. Mas quando as mulheres estão na chefia, a maioria delas (70%) inferniza mais as funcionárias. É o que revela pesquisa do WBI (Workplace Bullying Institute), que se dedica ao estudo do assédio moral nos Estados Unidos. As conclusões da pesquisa valem para o Brasil. Pelo menos é o que acha Ana, que mora em São Paulo. Em e-mail à Época, ela diz: “Mulheres são difíceis de trabalhar porque são invejosas, são fofoqueiras, perdem mais tempo tentando "derrubar" outra mulher pelo simples fato de querer ser sempre o centro das atenções.” Quando as mulheres começaram a conquistar o mercado de trabalho (e elas continuam avançando, ocupando cada vez mais postos de direção), a expectativa era de que o ambiente corporativo se tornasse “mais humano”, por assim dizer, por conta do instinto maternal e da propalada doçura feminina. Mas a pesquisa – feita em 2007 -- revela que a agressividade tem se acentuado no dia...

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CRM ouve mulheres que acusam médico de abuso sexual

O CRM (Conselho Regional de Medicina) do Estado de São Paulo está colhendo o depoimento das mulheres que denunciaram Roger Abdelmassih (foto), 65, especialista em fertilização in vitro , por abuso sexual à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo. Até agora, o Conselho ouviu 30 ex-pacientes do médico. O CRM está solicitando às mulheres que não moram em São Paulo fax ou carta assinada com o relato da denúncia. Mais de 60 ex-pacientes afirmam que foram vítimas do médico. Há pelo menos uma acusação de estupro. Segundo o MP, as denúncias incluem “manipulação peniana”.   O MP aguarda o encerramento inquérito policial para denunciar (acusar formalmente) o médico à Justiça. Os advogados de Abdelmassih estão preparando uma defesa para apresentá-la às autoridades. As investigações do CRM independem dos procedimentos policiais. O Conselho tem sido criticado por uma suposta negligência em relação às denúncias ao especialista. “O CRM não vai faz...

Justiça condena o Zé da Pipa no caso de pedofilia em Catanduva

do Estadão Justiça Estadual condenou os primeiros envolvidos nas denúncias de pedofilia contra dezenas de crianças na periferia de Catanduva, a 385 km de São Paulo. O borracheiro Antonio Barra Nova de Mello, 46, [Zé da Pipa, foto] foi condenado a 11 anos, 11 meses e 15 dias de prisão, sem direito de recorrer em liberdade. Ele foi reconhecido por dez crianças e admitiu parcialmente a culpa. Seu sobrinho, William de Melo Souza, de 19, foi condenado a 7 anos e meio - ele havia sido reconhecido como agressor de apenas uma criança. As sentenças do juiz Celso Maziteli Neto, da 1ª Vara Criminal, fazem parte do primeiro de três inquéritos que apuram as denúncias. Mello e Souza, que estão presos, são arrolados nos três. Ainda poderão ter as penas aumentadas. Embora Souza possa recorrer em liberdade, seguirá atrás das grades, pois foi preso preventivamente em outro inquérito. Por causa de falhas de investigação apontadas pela CPI da Pedofilia e pela Corregedoria da Polícia Civil, o ...