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Doze estudantes participam de violência sexual contra deficiente

Moça não reagiu porque teria déficit mental As imagens estavam nos celulares dos estudantes havia pelo menos um mês. Nelas, doze rapazes “brincam” com uma moça (foto) parcialmente desnuda. Em algumas cenas, três deles (um maior de idade e dois menores) estariam cometendo estupro. A moça não reage porque tem déficit mental. Os estudantes são do Colégio Agrícola Manoel Ribas, que fica em Apucarana, cidade paranaense de 120 mil habitantes a 369 km da capital, Curitiba. O colégio é conhecido na região. Foi fundado em 1958. Tem mais de 500 alunos. Cerca de metade deles mora em alojamento da instituição. Foram jovens desse alojamento que encurralam a moça. A situação dos rapazes se complicou quando, ao final de março, guardas da Patrulha Escolar apreenderam uma cópia do vídeo. A Polícia Civil e o MP (Ministério Público) assumiram o caso. Os doze suspeitos já prestaram depoimento. A polícia informou que as imagens foram filmadas com celular por um dos estudantes e que nenhuma cópia vazou ...

Casos de racismo

Igreja de Mississippi proíbe pastor de casar noivos negros. julho de 2012 Nos EUA, igreja batista recua e aceita casal de branca com negro. dezembro de 2011 Diretora de escola paulista diz à professora: ‘Entra aqui, macaca’. julho de 2011 Time pede desculpas a Roberto Carlos e chama racista de ‘canalha’. junho de 2011 OAB ajuiza ação contra estudante que ofendeu nordestinos no Twitter. junho de 2011 Pastor diz que africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. março de 2011 Deputado Bolsonaro afirma que namoro com negra é 'promiscuidade'. março de 2011 Torcedores escoceses atiraram no gramado bananas para Neymar. março de 2011 Torcedor russo racista oferece uma banana a Roberto Carlos. março de 2011 Supermercado revista menino porque de 'preto a gente desconfia'. fevereiro de 2011 Daniel Alves: 'Me chamam de macaco, mas aprendi a conviver com isso'. fevereiro de 2011 Chefe na Hochtief chama dois trabalhadores de 'ne...

Professor diz em aula que soja é como negro, ‘difícil de matar’

No primeiro dia do ano letivo de 2000, José Antônio Costa, professor de Leguminosas de Grãos Alimentícios da Faculdade de Agronomia da UFRS (foto), disse: “Soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar”. A classe riu. O professor também falou que “os negrinhos da favela só tinham os dentes bancos porque a água que bebiam possuía flúor”. Risos de novo. Mas alguns poucos alunos não gostaram do que ouviram, entre eles Ronaldo Santos de Freitas, o único negro da classe. Eles reclamaram com a direção da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A reitoria da escola abriu uma sindicância, e a conclusão foi de que Costa apenas usou “expressões informais”, sem intenção de ofender ninguém. O Ministério Público recorreu à Justiça. Um juiz de primeira instância considerou não ter havido discriminação, e o MP foi ao TRF (Tribunal Regional Federal). Agora, nove anos depois, o TRF da 4ª Região decidiu que o professor foi racista e o condenou a pagar multa no valor de u...

Homem é condenado à prisão por agredir um cavalo

da Agência Folha Um homem acusado de agredir um cavalo em uma rua de Florianópolis (SC) foi denunciado, levado a julgamento e condenado a quatro meses de prisão em regime aberto por maus-tratos contra animais. Elias Voltz, carroceiro de cerca de 35 anos, que ganha a vida catando latas e papelões, foi acusado de chutar e tentar arrastar um dos cavalos que o levava numa charrete pelas ruas após o animal cair de cansaço durante a travessia entre dois bairros. Voltz negou a agressão, mas um laudo veterinário apontou indícios de espancamento. O cavalo estava, segundo o documento, "sem forças, anêmico, debilitado e com lesões pela extensão do corpo", sem ferraduras. [Na foto acima, de 2008, veterinário constata que o animal estava com anemia.] "Não há dúvida de que houve uso abusivo, inadequado e insensível do animal. Maltratado, portanto", disse, na sentença, o juiz Samir Saad, do Juizado Especial Criminal de Florianópolis. A pena foi substituída por prestaç...

Maio de 2009

2009  | janeiro | fevereiro | março | abril | maio | junho | julho | agosto| setembro | outubro | novembro | dezembro | outros anos >  Casos de violência animal. >  Casos de alcoolismo. >  Casos de fanatismo religioso. >  Casos de violência contra criança e adolescente. >  Exploração em nome de Jesus. >  Casos de suicídio. >  Alimentos não saudáveis e obesidade. >  Casos de racismo. 2009  | janeiro | fevereiro | março | abril | maio | junho | julho | agosto| setembro | outubro | novembro | dezembro | outros anos

Economista vê dois mendigos se beijando na praça e mata os dois

O economista José Cândido do Amaral Filho (foto), 48, passou com seus dois filhos no dia 18 de janeiro, um domingo, pela praça do Índio, em Brasília, e não gostou do que viu: dois moradores de rua estavam trocando carícias. “Um homem estava beijando o peito de outro homem”, diria ele depois à polícia. Um dia depois daquele domingo, Amaral foi de moto à praça, que fica a 200 metros de sua casa, e matou com tiros na cabeça Paulo Francisco de Oliveira Filho, 35, e Raulhei Fernandes Mangabeiro, 26. Ao Correio Braziliense, ele disse que o seu “sangue subiu à cabeça” quando achou que os mendigos tinham roubado uma tocha de iluminação de seu jardim. “Eu queria limpar a praça”, falou. Amaral confessou tudo porque as investigações indicavam ser ele o assassino. Há testemunhas de que o matador usava uma moto Falcon. Três dias depois do crime, Amaral deu queixa de furto da moto, mas não convenceu os policiais e passou a ser suspeito. Ele admitiu que ter registrado um B.O. (Boletim de...