Da Vinci provavelmente era ateu, escreve autor de biografia


Gay, vegetariano e canhoto

Leonardo Da Vinci (1452-1519) provavelmente era ateu porque somente um descrente poderia ter sido o autor das heresias que ele cometeu.

A conclusão é do biógrafo americano Walter Isaacson, que leu 7.200 páginas dos 30 diários do gênio italiano para escrever o livro “Leonardo Da Vinci”, com 600 páginas.

Isaacson confirmou que o gênio era gay, vegetariano, canhoto e filho de uma escrava chinesa.

Outros autores já tinham levantado a possibilidade de Da Vinci ter sido ateu, embora fosse um mestre da arte sacra, entre outros atributos.


Uma de suas afrontas à religião foi a realização de autópsias e o desenho em detalhes da anatomia humana.

Um temente a Deus jamais faria isso na época.

Da Vinci teria deixado alguns heresias registradas em suas obras.

“Mona Lisa”, nome de uma de suas mais famosas pinturas, por exemplo, seria o anagrama de divindades egípcias, Amon e L’Isa, que eram populares pelos pagãos.

Até hoje há caçadores nas obras de Da Vinci de vestígios de seu ateísmo e heresias.

No século XV, ninguém ousaria dizer que não acreditava na existência de Deus, nem mesmo Da Vinci. Até porque ele fez trabalhos sob encomenda para a Igreja Católica.

Na biografia, Isaacson escreveu que Da Vinci era homossexual assumido.

No Brasil de hoje, o artista seria perseguido pelas milícias religiosas e algumas de suas obras só poderiam ser vista por maiores de 18 anos.

Com informação das agências e de outras fontes.




Na caça à nudez, Malafaia dos católicos critica a Capela Sistina

A responsabilidade dos comentários é de seus autores.