Charge que associa Bolsonaro a atentado não é ofensiva, diz TJ


'Poderia ter sido
qualquer um deles...'

O TJ (Tribunal de Justiça) do Rio de Janeiro decidiu que a charge acima não é ofensiva a Jair Bolsonaro e, portanto, rejeitou pedido de indenização do deputado carioca.

Na charge, Bolsonaro aparece junto com os líderes evangélicos Silas Malafaia, Edir Macedo e Marco Feliciano.

O deputado não se sentiu ofendido por estar junto com os evangélicos, mas porque a charge foi usada  pelo jornal "O Dia" como ilustração da notícia do atentado que matou 50 pessoas em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos.


Bolsonaro pediu indenização de R$ 30 mil por danos morais, o que lhe já tinha sido negado em primeira instância.

A desembargadora Marcia Ferreira Alvarenga, relatora do caso, julgou que o fato de Bolsonaro ser contra a diversidade de gênero não prevalece sobre a liberdade artística e de expressão.

A charge foi publicada em junho de 2016, dias depois do atentado, abaixo do seguinte texto: “Não sei, foi tudo muito rápido…Poderia ter sido qualquer um deles, ou todos, sei lá…”.

Com informação de “O Dia” e reprodução da charge.





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