Fanatismo religioso está se armando, alerta secretário


Em nome de Jesus

Discriminação a templos de religião de matriz africana sempre houve, mas a gravidade dos recentes ataques a terreiros do Rio é que se trata de ação de fanáticos religiosos armados

A advertência foi feita pelo secretário estadual Átila Nunes, dos Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos, referindo-se a traficantes evangélicos.

Ele disse que, por isso, a intolerância religiosa no Brasil escalou mais um patamar.


“Não estamos falando mais apenas de fanáticos religiosos, mas de fanáticos religiosos armados em regiões onde a própria segurança pública já tem uma dificuldade natural para agir.”

O secretário informou que, do total de casos de intolerância religiosa contra terreiros registrados no segundo semestre de 2017, pelo menos 10% tiveram o envolvimento de traficantes evangélicos.

Nunes acredita que esse percentual possa ser maior, porque há vítimas que não dão queixa na polícia por temer retaliação dos bandidos.

Ele afirmou que a intolerância religiosa armada está se difundindo, não se restringindo a “um município específico", porque estão extrapolando para outras cidades.





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