Mãe de aluna assassinada acusa escola católica de se omitir


Maria Lúcia Mota da Silva escreveu uma carta ao papa Francisco pedindo ajuda porque, segundo ela, uma escola católica está omitindo informações que poderiam ajudar nas investigações do assassinado de sua filha.

Com 7 anos, Beatriz Motta (foto) foi assassinada no dia 10 de dezembro de 2015 em uma festa de formatura no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina (PE).

Morta com 42 facadas

Na festa, a garota se separou por alguns minutos de sua mãe, o que bastou para que seu corpo fosse encontrado com 42 golpes de faca em uma sala de material esportivo da escola.

Até agora, a polícia não descobriu o autor ou autores do crime.

Ao papa, a Maria Lúcia escreveu que a escola, administrada pela ordem salesiana “Filha de Maria”, está omitindo informações sobre o que ocorreu no dia da formatura.

Afirmou: “A administração dessa entidade se utiliza de subterfúgios procurando esconder importantes evidências, obstruindo as investigações e procurando descredenciar os trabalhos já realizados pelos investigadores (...)”.

A escola tem afirmado estar colaborando com as investigações. 


Entre os suspeitos, há funcionários do estabelecimento.

Parentes da menina querem saber por que um funcionário apagou as imagens das câmaras que monitoraram a formatura, que teve a presença de cerca de 3 mil pessoas.

O caso, que já passou por três delegados, foi colocado sob segredo de justiça a pedido do Ministério Público.

Para o promotor Carlan Carlo da Silva, existe a possibilidade de o assassinato ter ocorrido em um ritual religioso.

Com informação do site Bahia.Ba e de outras fontes e foto de arquivo pessoal.



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