Muçulmanos ‘moderados’ se calam sobre morte de ‘blasfemador'



Organizações não governamentais de vários países estão protestando contra a condenação à morte pela Justiça do Paquistão de um homem acusado de blasfêmia a Maomé no Facebook.

Entre elas, não há sequer uma organização muçulmana que seja importante, que tenha repercussão internacional. 

Os chamados muçulmanos “moderados” se mantêm em um silêncio ensurdecedor, como se não soubessem de nada, como se não lessem jornais ou vissem TV.

Eles são abrem a boca para dizer que o "Islã é uma religião de paz".

A Justiça não divulgou as “blasfêmias” cometidas por Taimoor Raza, 30, porque isso seria divulgação de ... blasfêmia.

Mas é possível inferir.

Raza deve ter dito que Maomé foi um assassino sanguinário e pedófilo, um estuprador de meninas.

Tudo isso é verdade. Está relatado em detalhes no Corão e em livros da tradição islâmica.

Os muçulmanos “moderados”, incluindo aqueles que migraram para a Europa, sabem muito bem disso, mas não dão um pio a favor do condenado pela Justiça religiosa paquistanesa.

Não era de se esperar que eles endossassem as “blasfêmias” a Maomé.

Muçulmanos que têm um olhar minimamente crítico em relação ao profeta não são muçulmanos verdadeiros.

Mas os islâmicos “moderados” poderiam ao menos manifestar o interesse de salvar da pena de morte o paquistanês que, afinal, apenas cometeu o “crime” de adotar o “valor Ocidental” da livre expressão do pensamento.

Raza apenas disse a verdade sobre Maomé

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